E aumento no custo da mão de obra
O setor perdeu 10,5% dos trabalhadores em comparação a 2024, enquanto os salários subiram 8,98% no período, segundo a Fiemg.
O recuo do emprego em Minas foi bem maior que a média nacional, que caiu apenas 0,3%. No quarto trimestre, a queda estadual chegou a 10,9%.
O PIB da construção no estado caiu 2,2% em 2025, enquanto no país houve leve alta de 0,5%.
A desaceleração também atingiu a cadeia produtiva, com queda na fabricação de produtos de minerais e de metal.
Apesar disso, as vendas de materiais de construção cresceram 3,9% em dezembro, e o mercado imobiliário registrou 21 mil apartamentos novos vendidos, somando R$ 14,5 bilhões.
Para 2026, a expectativa é de recuperação gradual, com crescimento entre 2% e 2,7% no país, apoiado por juros menores, ampliação do crédito habitacional e investimentos em infraestrutura.
Mas custos elevados, falta de mão de obra e incertezas econômicas devem limitar a velocidade da retomada.
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