Campanha oferece benefícios para consumidores com conta de luz a partir de R$ 160 em Minas Gerais
A Cemig SIM, empresa de energia solar por assinatura do Grupo Cemig, iniciou a campanha Black November com condições especiais para novos consumidores.
A iniciativa oferece economia em dobro nos três primeiros meses e descontos de até 16% nas faturas seguintes. A adesão é 100% digital e pode ser feita diretamente no site da companhia.
Oferta e público-alvo
A campanha é destinada a clientes com conta de luz a partir de R$ 160 e ficará disponível para novas ativações até 30 de novembro. Podem participar consumidores dos segmentos residencial, comercial e produtores rurais.
Líder no mercado mineiro de energia solar por assinatura, a Cemig SIM busca atrair quem ainda não utiliza o modelo de energia compartilhada.
Nesse sistema, a energia é gerada a partir de fonte limpa e renovável, sem necessidade de instalação de placas solares no imóvel nem de investimento inicial.
O consumidor passa a receber créditos que reduzem o valor mensal da conta.
Expansão do mercado
Segundo o CCO da Cemig SIM, Rubens Soalheiro, ainda há espaço significativo para ampliar o acesso a esse tipo de serviço.
“Temos seis anos de história e percebemos que ainda há uma enorme oportunidade para alcançar novos clientes. Quanto mais esse mercado for disseminado, mais pessoas poderão economizar e apoiar a ampliação do uso de fontes limpas”, afirma. Ele destaca que o modelo contribui para a transição energética do país.
Migração de contratos
A empresa ressalta que clientes que já possuem contrato ativo podem migrar para as condições da Black November, desde que tenham cumprido o período mínimo de permanência da campanha anterior.
O gerente de marketing da Cemig SIM, Luiz Felipe Mujalli, afirma que a comunicação será direcionada aos perfis com maior potencial de adesão.
“Clientes de municípios mineiros com conta de energia acima de R$ 160 podem economizar com a Cemig SIM. A Black November reforça nosso foco no cliente e amplia o acesso à energia solar sem necessidade de investimento”, diz.
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