Fiemg debate Outorga Onerosa com CMBH

Geraldo Linhares ressaltou a importância do diálogo da entidade com a CMBH pela aprovação do projeto de lei e lembrou das 30 medidas sugeridas pela Federação à Câmara com o intuito de melhorar o ambiente de negócios da capital.
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A reforma tributária também foi debatida no encontro. Foto: Sebastião Jacinto Junior/Fiemg.

A FIEMG tem debatido nos últimos meses com a Câmara Municipal de Belo Horizonte importantes projetos de lei de fomento ao desenvolvimento da capital.

Um dessas propostas diz respeito ao Plano Diretor e reduz o custo da Outorga Onerosa do Direito de Construir (ODC) que, na prática, é a contrapartida financeira paga por empreendedores para erguer edificações maiores que o estabelecido pelo coeficiente de aproveitamento básico. O projeto teve a aprovação em definitivo do Legislativo no fim de abril e foi um dos assuntos debatidos na reunião da Câmara da Indústria da Construção da Federação, na ultima sexta-feira.

O colegiado que tem como presidente Geraldo Linhares recebeu o vereador de BH Ciro Pereira, que destacou a relevância do setor da construção civil para a geração de empregos e renda na cidade. O parlamentar apoiou e voltou favorável ao projeto de lei que envolve a ODC que, segundo ele, pode impactar positivamente a cidade.

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“Foi uma vitória muito importante na Câmara com a participação da FIEMG. Nós estamos focados realmente no desenvolvimento da capital e esse projeto da outorga onerosa tem a chancela da sociedade civil”, disse.

Linhares salientou o diálogo da FIEMG com o poder Legislativo pela aprovação do projeto de lei e lembrou das 30 medidas sugeridas pela Federação à Câmara com o intuito de melhorar o ambiente de negócios da capital.

As proposições contemplam urbanismo, meio ambiente, publicidade das informações, mobilidade urbana, redução de tributos e segurança.

A reforma tributária também foi debatida no encontro e Thiago Feital, advogado e consultor tributário da Gerência Tributária da entidade, falou sobre assunto. Feital disse que a FIEMG segue atenta à questão e elencou algumas propostas defendidas pela indústria. Entre elas, estão redução da carga tributária, desoneração da folha de pagamento, as exportações e do investimento produtivo, eliminação da cumulatividade de impostos, simplificação e transparência do sistema.

O advogado, que integra o Conselho de Assuntos Tributários da Federação, afirmou tem participado das reuniões das câmaras e conselhos da FIEMG para mapear e entender as demandas de cada segmento da indústria. Com isso, o conselho poderá acolher diferentes sugestões em um documento sobre a reforma que será entregue ao presidente Flávio Roscoe.

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