A castarse atleticana

É campeão! Guto Galo comemora o bicampeonato alvinegro em sua coluna

A castarse atleticana
Pedro Souza / Atlético

Após tantos anos de lutas e injustiças, enfim chegou a hora da massa comemorar o bicampeonato brasileiro. Em uma semana de emoções fortes e muita comemoração, o atleticano extravasou como nunca. Desde a última quinta, quando em uma virada épica sobre o Bahia em Salvador, a torcida não para de comemorar. E que festa linda foi aquela nos arredores da sede de Lourdes e na praça 7.  Aproximadamente 100 mil atleticanos no centro da cidade, aguardando o time chegar da Bahia, foi sensacional. Os torcedores estavam em transe, como se tivessem exorcizado um fantasma, tirado um rochedo das costas. Não tinha como não se emocionar em cada encontro com amigos, que durante todos esses anos participaram de algum momento desta luta. Nos dias que se seguiram as comemorações não pararam, era ouvir uma buzina mais forte que se soltava um “Gaaaalooooooo”. Bandeiras nas janelas e penduradas nos carros, camisas do Galo aos montes pelas ruas, o atleticano exibia sua imensa felicidade. Na imprensa nacional o que se via era uma exaltação merecida a uma equipe aguerrida, em uma campanha irretocável, que chegou a um título INCONTESTÁVEL.

Domingo foi o dia de exibir esse orgulho e alegria que o atleticano estava sentindo. Que festa espetacular, de exaltação aos ídolos do passado, dos guerreiros atuais, e principalmente da massa atleticana. Esses jogadores marcaram seus nomes na história do Galo, honraram o manto alvinegro, e se entregaram dentro de campo. Hulk é agora um dos maiores ídolos de nossa história, mas como não lembrar absurdo que jogaram os demais. Jogadores como Arana, Allan, Jair, Zaracho e Everson jogaram um absurdo. E o keno, herói da partida na Bahia, que veio de um início de temporada apagado, mas que cresceu na hora certa, sendo fundamental na reta final do brasileirão. Rever, o maior vencedor da história do clube, deixa seu nome marcado como um dos maiores também. O Gênio Cuca também merece toda reverência. Contestado por parte da torcida (inclusive por mim), fez um trabalho fantástico e inquestionável, sendo o maior técnico que já comandou o Galo. Agora o foco se vira para as finais da copa do Brasil. Hora de buscar mais essa conquista, e coroar um ano épico.

Vaaaaaaamos Gaaaaalo!!!!

As opiniões contidas nesta coluna não refletem necessariamente a opinião do portal Balcão News.

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Guto Galo é atleticano de nascença, um sentimento forjado nas arquibancadas do Galo. Ser atleticano é algo que transcende o torcer para um time. Uma paixão enlouquecida, que faz de nós admirados e temidos por todos. Leia sua coluna quinta-feira no Balcão News!