A psicose vacinal

Em sua última coluna de 2021, Walter Nery aborda o tema sobre a vacinação contra a Covid-19.

A psicose vacinal

Chegamos ao fundo do poço, se é que esse poço tem fundo.

Na psiquiatria, a perturbação ou transtorno mental, definidos pela fragmentação da personalidade e pelo distanciamento da realidade, produzem a psicose.

Trata-se da designação de qualquer doença mental, geralmente associada a conflitos e distúrbios de toda ordem, que por extensão traduz a condição de quem está repleto de idéias obsessivas.

É o que está acontecendo no mundo inteiro com as vacinas experimentais, ditas “imunizantes”, produzidas até agora para enfrentar a Covid, mas sem quaisquer resultados conclusivos sobre seus efeitos a médio e longo prazos.

A insanidade observada com sua utilização recorrentemente forçada salta aos olhos, com uma obrigatoriedade estúpida e desumana, sem qualquer necessidade, agora com requintes de crueldade e covardia que atinge também nossas crianças.

As liberdades individuais foram jogadas na lama. Os cidadãos do mundo inteiro estão sendo conduzidos, de forma compulsória e arbitrária, a assumirem cada vez mais a função de ratos de laboratório. Uma monstruosidade sem limites!

Não que as experiências médicas com humanos nunca tenham existido. Ao contrário, elas são cada vez mais comuns, num crescente número de países.

Mas o que estamos assistindo com essas drogas experimentais, produzidas para combater o vírus SARS-CoV-2, ultrapassa o limite do bom senso e da racionalidade humana. Querem que todos sirvam de cobaias, sem qualquer exceção.

Todos os testes existentes, sejam em laboratório, em animais, em simulações por computador, são incapazes de dizer com precisão como agirá uma droga no corpo humano. Não sem antes observarem as diversas reações possíveis e prejudiciais à saúde, que somente serão percebidas com o decurso do tempo.

Usam-se pessoas em pesquisas médicas porque nossa tecnologia, por mais desenvolvida que seja, não é boa o bastante para dispensá-las – e provavelmente nunca venha a ser. Não é possível acelerar o tempo, como observação de qualquer droga experimental em seres humanos.

Como as vacinas disponíveis até agora, sabidamente, não foram suficientemente testadas, não imunizam ninguém, nem impedem a transmissão ou propagação do vírus da Covid, é preciso frear as medidas irracionais perpetradas diariamente contra a população, principalmente agora que querem vacinar também nossas crianças precocemente.

O tal passaporte da vacina, exigência que se alastra como uma praga mundo afora, sem qualquer resultado eficaz comprovado que justifique sua exigência, vai na verdade cerceando cada vez mais nossas liberdades, privando-nos de direitos e garantias individuais, num caminho sem volta para uma perigosa nova ordem mundial, obscura, sombria, não menos tenebrosa.

Como acreditar numa droga que a todo instante precisa de uma nova dose de reforço para cumprir seu efeito protetivo e “imunizante”?

Como acreditar em experimentos que produzem efeitos colaterais gravíssimos, com milhares de mortes mundo afora, cujos casos são subnotificados para não comprometer o negócio bilionário dos grandes laboratórios?

Como acreditar que governantes do mundo inteiro estejam de fato preocupados com a saúde de seus cidadãos, sem sequer tentarem a criação de uma força-tarefa multilateral, reunindo os melhores cientistas e especialistas do mundo inteiro para a produção de uma única vacina?

Como acreditar que um certificado de vacinação possa ser mais confiável que um exame médico, mostrando que a pessoa que já teve a doença está com a imunidade natural elevada, bem superior aos vacinados?

Como acreditar que uma pessoa vacinada, supostamente imunizada, possa ser prejudicada por outra que não tomou a vacina?

Estamos vivendo tempos sombrios. A insanidade da humanidade está chegando ao topo. E o pior. Agora querem, numa obsessão estúpida e doentia, incluir nossas crianças nessa loucura desmedida, absurda, inconsequente.

Foi o próprio inventor da vacina de mRNA produzida pela PFIZER, Dr. Robert Malone, quem gravou um vídeo que viralizou nas redes sociais, alertando a população para a gravidade da situação, em se tratando do experimento médico mais radical da humanidade, especialmente com relação aos efeitos perigosos e irreversíveis para crianças em tenra idade, o que exigiria pelo menos 5 anos de estudos e análises, antes de sua utilização em larga escala mundial.

Mas as agências de fact-checking (ou seriam left-checking) de plantão já se apressaram para dizer que é tudo mentira, que o médico falseia as informações, que ele não é o inventor da vacina, que espalha teses infundadas, que as vacinas são seguras e eficazes,  blá blá blá,blá blá blá.

Impressionante como perseguem aqueles que têm algum bom senso e contrariam interesses econômicos escusos, buscando uma reflexão equilibrada e consciente, diante da estúpida obsessão para que todos vacinem rapidamente com drogas incontestavelmente experimentais.

Melhor mesmo é ser racional, observar atentamente o mundo à nossa volta, e os interesses envolvidos nessa loucura que se tornou a vacinação mundial contra a Covid, usando o bom senso acima de tudo.

Então, sejamos razoáveis. Vacina quem quer, e pronto!

Mas não queiram impor que todos sejamos obrigados a participar dessa verdadeira roleta russa. Isso é a mais contundente insanidade já produzida na humanidade, um desequilíbrio mental macabro e perigoso. Uma autêntica psicose vacinal!

As opiniões contidas nesta coluna não refletem necessariamente a opinião do portal Balcão News.

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Walter Nery é pré-candidato a Dep. Estadual pelo PTB/MG. Formado em Jornalismo pela PUC-MG, trabalhou nas seguintes emissoras : Rádio Capital - repórter e editor; TV Globo - apurador, produtor, repórter e editor de texto; TV Bandeirantes - repórter. - Formado em Direito pela Universidade Fumec - BH(MG): Advogado atuante nas áreas cível, trabalhista, penal e previdenciário.