Brava gente brasileira

Brava gente brasileira

Sete de setembro de 2021 ficará marcado para sempre na conturbada história do Brasil.

Foi o dia em que milhões de brasileiros foram às ruas comemorar a independência do país, de forma ordeira, pacífica, organizada, naquela que já pode ser considerada a maior celebração da democracia verde e amarela nos últimos tempos.

O povo heróico, com seu brado retumbante, fez reverberar seu grito de liberdade em todo o território nacional, e no mundo inteiro.

Com faixas e cartazes em português, inglês e espanhol, a multidão de patriotas revelou, para quem interessar possa, que Supremo é o povo, e que no Brasil não negociamos com bandidos de toga.

As principais exigências do gigante, que não está adormecido, são o impeachment imediato do Min. Alexandre de Mores do STF, o voto impresso nas próximas eleições e a criminalização do comunismo no país.

Enquanto a mídia esquerdopata insiste em rotular a maior manifestação popular dos últimos anos no Brasil como atos antidemocráticos, a multidão deixou claro nas ruas que a paciência com a ditadura do Judiciário acabou, e que nossa ameaçada democracia será defendida pelos brasileiros de bem a todo custo.

Em seu discurso na capital paulista, o Presidente da República declarou o que todos esperavam neste momento:  a ruptura do Poder Executivo com o Judiciário. Um ultimato para os bandidos de toga, ao informar perante mais de dois milhões de brasileiros que ali se encontravam, que nenhuma decisão do Sr. Alexandre de Moraes será mais cumprida pela presidência.

Bolsonaro também defendeu o voto impresso nas próximas eleições, e exigiu a liberdade imediata de todos os presos políticos pelos inquéritos do STF, relatados pelo Min. Moraes.

E foi além. O presidente convocou o Conselho da República para definir os rumos do país. A última vez que isso ocorreu foi quando houve a intervenção federal no Estado do RJ, no momento em o crime organizado sobrepujava naquela unidade da federação.

A formação do Conselho da República está prevista no artigo 89 da Constituição Federal, como órgão superior de consulta do PR. Participam o Vice-Presidente da República, o Presidente da Câmara dos Deputados, líderes da maioria e minoria no Senado e na Câmara, seis cidadãos brasileiros com mais de 35 anos, nomeados pelo PR (02), eleitos pelo Senado (02), e eleitos pela Câmara (02), e ainda o Ministro da Justiça.

Compete ao Conselho da República discutir sobre intervenção federal, estado de defesa e estado de sítio, e também questões relevantes para a estabilidade das instituições democráticas.

Importante destacar, entretanto, que o Conselho da República é órgão meramente consultivo do PR, e que a decisão final sobre os assuntos a serem tratados caberá somente a ele.

É chegado o momento que todos aguardávamos. Os próximos dias serão determinantes para os rumos dessa grande nação. Deus abençoe nosso Presidente e a brava gente brasileira!

As opiniões contidas nesta coluna não refletem necessariamente a opinião do portal Balcão News.

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