Cegos pelo medo e pela ignorância

Walter Nery - Os efeitos da COVID seguem produzindo estragos.

Cegos pelo medo e pela ignorância

Os efeitos da COVID seguem produzindo estragos. Após a desorientação inicial pelo desconhecimento da doença, agora temos os distúrbios mentais proliferando por todos os lados.

Tudo começou com o FIQUE EM CASA. A sordidez da imprensa moribunda e decadente espalhou o pânico e o terror na população, criou narrativas falaciosas, inventou cientistas desqualificados e falastrões, semeou a discórdia entre amigos e familiares; tudo para manipular e atormentar o país, na insana tentativa de desmerecer e derrubar o PR, contrário aos seus interesses podres e corrompidos.

Depois tivemos o LOCKDOWN, que se revelou uma política que nunca deu certo em nenhum lugar do planeta, mas produziu enormes estragos na ordem mundial, sobretudo na economia, com medidas arbitrárias, inconsequentes e abusivas.

No Brasil, com a autorização expressa do STF, vimos um show de horrores produzidos por governadores e prefeitos, que esbanjaram incompetência na maior cara de pau, celebrando medidas arbitrárias e inconstitucionais, roubando e desviando recursos da saúde descaradamente, sem qualquer ameaça aos crimes praticados contra a população.

Na sequência, veio a grande discussão com as vacinas produzidas contra a COVID, disponibilizadas no mercado, e tratadas como imunizantes, quando de fato ainda são experimentais.

Não podemos olvidar que a vacinação é uma estratégia de prevenção para doenças ou para minimizar os efeitos que uma patologia pode ter no organismo. Mas se realizada de forma açodada, politizada e atendendo a interesses escusos, como acontece atualmente, pode se tornar um grande perigo para todos nós.

Quando se toma uma vacina para sarampo, poliomielite, tétano ou mesmo malária, sabemos que estamos seguros. Isso porque foram vacinas produzidas ao longo dos anos, que seguiram corretamente todas as etapas de produção, passando pela identificação do antígeno, formulação vacinal, testes pré-clínicos de imunogenicidade, eficácia e segurança; para finalmente serem testadas em humanos, com testes clínicos divididos em três fases, que sem a ocorrência de problemas graves serão efetivamente disponibilizadas para todos, trazendo confiabilidade e segurança para a população.

Mas esse processo científico, termo bastante surrado e distorcido atualmente, não foi observado para a produção das vacinas contra a COVID.

Pela primeira vez na história da humanidade, produziram-se diferentes vacinas, para combater um único vírus, que NÃO foram suficientemente testadas em seres humanos, sem estudos conclusivos sobre sua eficácia a médio e longo prazos, e que agora trazem enorme insegurança no mundo inteiro, levando inclusive à morte de pessoas saudáveis, sem qualquer comorbidade anterior detectada.

Essa realidade é facilmente observada quando vemos medidas desesperadas adotadas por governos de diferentes países, incluindo a necessidade de repetidas doses das vacinas até então produzidas (em Israel, já estão na quarta dose da Pfizer), o acesso restrito a locais públicos, e ainda a exigência absurda de passaportes de vacinação, distintos dependendo de cada local. O fato é que o medo e a insegurança tomaram conta de todos.

Para piorar a situação, no Brasil, o Ministro Ricardo Lewandowski, do STF, atendendo a pedido protocolado por partidos de oposição – PSB, PC do B, PT e PSOL, decidiu de forma monocrática que estados, municípios e o DF têm competência para decidir sobre a vacinação de adolescentes, de 12 a 18 anos, contra a covid-19.

Isso depois que os próprios Secretários Estaduais de Saúde pedissem ao Min. da Saúde que suspendesse a vacinação de adolescentes no país, o que levou o órgão a recomendar que a vacina da Pfizer-Biontech fosse aplicada apenas em adolescentes com comorbidades ou privados de liberdade.

Vale lembrar que essa recomendação do Ministério da Saúde foi definida após receberem informações de mortes de adolescentes, com um conhecido caso muito triste de uma filha única, de 16 anos, moradora na cidade de São Bernardo/SP, que tomou a vacina da Pfizer no dia 25 de agosto e teve um infarto no dia 02 de setembro, após ser internada por outros problemas de saúde decorrentes da própria vacina, segundo os médicos.

Ou seja, o Ministro Lewandowski está ignorando a realidade dos fatos, desautorizando o Ministério da Saúde do Brasil, e atestando criminosamente que quem entende da saúde do povo são governadores e prefeitos, a despeito de todas as absurdidades por eles praticadas com o lockdown, e os desvios de recursos públicos federais destinados ao combate da COVID, fato solenemente ignorado pela CPI DO CIRCO, que aliás está chegando ao fim cada dia mais ridicularizada.

A realidade está aí para quem quiser ver. O terror, o pânico e o medo disseminados pela imprensa, aliados à ignorância de boa parte da população brasileira, produziram efeitos mentais assustadores, impedindo muitas pessoas de pensar racionalmente sobre o que está acontecendo. Agora, o alvo são nossos jovens e adolescentes saudáveis, seriamente ameaçados pela insanidade causada pela COVID !

As opiniões contidas nesta coluna não refletem necessariamente a opinião do portal Balcão News.

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