Ideologia de gênero - A covardia contra nossas crianças

Ideologia de gênero - A covardia contra nossas crianças
redutea
banner redutea
banner redutea

Enquanto a COVID se mantém como centro das atenções na grande mídia, com a disputa política sem fim para saber de quem é a culpa pelas mais de 520.000 mortes com suspeita ou confirmação da doença no país, outra guerra devastadora se espalha entre nós.

A ideologia de gênero vem ganhando contornos assustadores na sociedade civil brasileira. Uma praga que avança perigosamente do Oiapoque ao Chuí, ameaçando fundamentalmente nossas crianças e adolescentes.

O termo “ideologia de gênero” surgiu no Brasil em 2014, legado da esquerda abjeta que governava o país à época, quando o Ministério da Educação (MEC) buscou incluir educação sexual, combate às discriminações e promoção da diversidade de gênero e orientações sexuais no Plano Nacional de Educação (PNE).

Apesar dos inúmeros protestos dos setores conservadores da sociedade, o PNE foi aprovado. Nascia ali o grande projeto de desconstrução da família em todo território nacional, uma absoluta inversão de valores, onde o objetivo principal era e continua sendo desvirtuar e deformar jovens na mais tenra idade.

Mesmo não necessariamente fazendo uso do termo “ideologia de gênero”, diversas organizações internacionais debatem há alguns anos sobre a questão de gênero na educação.

Desde 1995 a Organização das Nações Unidas (ONU) se envolve no assunto. Na Conferência sobre as Mulheres, realizada em Pequim, elaborou-se uma orientação para que governos mundiais incorporassem os estudos sobre gênero em seus programas.

Já para uma das principais figuras religiosas do mundo, o papa Francisco, os estudos sobre a questão de gênero são vistos como extremamente perigosos. Em visita a uma comunidade católica no Estado da Geórgia (EUA), o pontífice declarou que essa guerra “não é feita com armas, mas com ideais...temos que nos defender da colonização ideológica”.

Diversos países se envolveram na acalorada discussão sobre o tema.

Em 2016, deputados mexicanos propuseram que livros didáticos sobre educação sexual fossem queimados. No mesmo ano a população colombiana

tomou as ruas para protestar contra a iniciativa do governo de inserir a questão de gênero na educação.

Na Itália, um material chamado “Jogo do Respeito” foi proibido depois que setores conservadores e religiosos da sociedade se mobilizaram contra ele. O conteúdo do jogo questionava as características e atividades tradicionalmente conferidas aos homens e mulheres.

Apesar de muitos educadores e professores defenderem que o papel da escola é preparar as crianças para viver em sociedade, onde o objetivo central da educação é garantir o pleno desenvolvimento dos jovens, é imperioso ressaltar o que preconiza o artigo 19 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA):

“Art. 19 – É direito da criança e do adolescente ser educado e criado no seio de sua família e, excepcionalmente, em família substituta, assegurada a convivência familiar e comunitária, em ambiente que garanta seu desenvolvimento integral.”

Em outras palavras, quem educa é a família. A escola apenas transmite instrução e conhecimento. Não cabe à ela querer educar nossos filhos, deturpando valores morais e éticos, inserindo conceitos depravados e repugnantes, ministrados por professores insidiosos, ávidos tão somente por uma degenerada doutrinação ideológica, destrutiva, criminosa.

A discussão sobre a ideologia de gênero também chegou às empresas de fast food, mercado mundial que fechou o ano de 2020 com um faturamento de US$ 2,193 trilhões. Recentemente, a conhecida rede Burger King veiculou uma campanha publicitária, para apoiar a causa LGBTQIA+ (daqui a pouco incorporam o alfabeto inteiro). Ao longo do vídeo, crianças “compartilham sua visão” sobre a diversidade sexual, transmitindo a idéia de que todo mundo pode amar todo mundo. Menino ou menina podem se casar com homem ou mulher, é tudo lindo e normal.

A reação foi imediata nas redes sociais. A imbecilidade da Burger King foi rechaçada com veemência, apesar de alguns retardados aplaudirem a venenosa iniciativa de referendar a deturpação de princípios morais e éticos, valiosos na construção e desenvolvimento de qualquer sociedade.

Na semana que passou, alunos do Colégio Batista Getsêmani em Belo Horizonte postaram um vídeo, onde as meninas falam “meu Deus me fez menina” e os meninos completam “meu Deus me fez menino”. Ao final, em resposta contra a ideologia de gênero, as crianças dizem “meu Deus nunca erra!”.

Pronto. Foi só publicar o vídeo nas redes sociais que, pasmem, a Comissão de Diversidade Sexual da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), entidade de classe lamentavelmente dominada pela esquerda maldita desse país, informou que iria avaliar quais medidas seriam tomadas contra o colégio, que estaria promovendo o discurso de ódio. É muita covardia contra nossas crianças!

As opiniões contidas nesta coluna não refletem necessariamente a opinião do portal Balcão News.

LEIA TAMBÉM:

Como curar um Fanático

A conexão paterna e o desenvolvimento do bebê

Como a alimentação pode ajudar na Menopausa

Squadra Celeste: Mais do mesmo

Quem disse que frio não combina com cerveja?

Vacinação não é uma competição, mas sua velocidade salva vidas!

O que você precisa saber sobre o vilão: SALTO ALTO

Alma Alvinegra: O que está acontecendo com o Galo?

Desvarios do Judiciário – Os novos imperadores

Âncora ou Impulsor? O poder do seu parceiro(a) na sua carreira