João Vitor Xavier dialoga com membros da INAPER

Candidatos e membros do instituto conversam sobre medidas necessárias para recuperar pessoas em situação de rua.

João Vitor Xavier dialoga com membros da INAPER
Rafael D’Souza

O candidato a prefeito de Belo Horizonte João Vitor Xavier (Cidadania) participou de um encontro com membros do Instituto de Apoio e Orientação a Pessoas em Situação de Rua (INAPER) e com lideranças religiosas da capital mineira na tarde desta quarta-feira (14). Na oportunidade João Vitor buscou dialogar com cada um, compreender ainda mais a situação atual e apresentar propostas de seu plano de governo para combater esse problema que assola BH.

“Temos, hoje, na capital, 12 mil moradores em situação de rua, mais que o dobro de quatro anos atrás. Essas pessoas precisam de ações que as tirem dessa condição, tenho projetos que darão dignidade e oportunidade de um recomeço. É necessário políticas e parcerias que os abriguem, os tirem das ruas”, declaroubo candidato.

O INAPER oferece acolhimento a essa população carente e, hoje, atende cerca de 60 pessoas por dia, com foco em resgatar a esperança e a dignidade desses indivíduos. Xavier acredita que a vulnerabilidade desses moradores de rua é desumana além de fomentar, o crescimento do tráfico de drogas, da prostituição e ainda da falta de cuidado com o próximo.

Para o combate desta triste realidade local, João propõe a criação de uma Política Municipal para a população em situação de rua, ampliando e qualificando equipes técnicas para essa abordagem, proporcionando, sobretudo, o processo de saída das ruas, o resgate de vínculos familiares e comunitários, a reinserção no mercado de trabalho e o acesso às demais políticas públicas, a partir do acompanhamento socioassistencial sistemático.

“Essa importante estratégia possibilita o atendimento das diferentes necessidades desse grupo da população, bem como o seu acesso e sua inclusão às diferentes políticas públicas (saúde, assistência social, habitação, educação, dentre outras), com o intuito de permitir o seu processo de saída das ruas e, consequentemente, superar a situação de vulnerabilidade em que vivem” afirma João.