Mano Down vai lançar primeiro ecossistema de inclusão no bairro Floresta na capital mineira

Projeto quer ampliar em mais de 700% o atendimento de pessoas com deficiência, e promover a revitalização e o desenvolvimento humano do bairro Floresta

Mano Down vai lançar primeiro ecossistema de inclusão no bairro Floresta na capital mineira
Divulgação
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Hoje (20/05), o Instituto Mano Down – organização social de Belo Horizonte, fará o lançamento do seu mais novo projeto de inclusão, que prevê a expansão de sua infraestrutura, aumento de mais de 700% da sua capacidade de atendimento e o primeiro ecossistema de inclusão da capital mineira. O lançamento será transmitido pelo canal no youtube do Instituto, a partir das 19h.

Construir, desenvolver e consolidar. É com esse propósito que o Instituto Mano Down – instituição que atende mais de 350 pessoas com síndrome de Down e outras deficiências; vai apresentar o seu maior projeto de inclusão, que promete ser um marco histórico para a instituição, para a cidade de Belo Horizonte e para a sociedade.

O objetivo principal do projeto é criar um ecossistema de inclusão em Belo Horizonte, que servirá de modelo para outras capitais. Para isso, o projeto contará na primeira fase com a mudança da sede do Instituto para o bairro Floresta, em um espaço que será reformado e adaptado para permitir o aumento de mais de 700% da capacidade de atendimentos assistenciais e de saúde (intervenção precoce), com fisioterapia, terapia ocupacional, fonoterapia, hidroterapia e outras atividades, somando 12 frentes de desenvolvimento para bebês e crianças.

Para os jovens e adultos a expectativa é um aumento de 400% da capacidade de atendimento, com novas atividades e frentes de atuação, contando com um espaço poliesportivo para realização de atividades culturais, esportivas, de mobilização para autonomia e inclusão no mercado de trabalho.

A outra novidade será a implementação da sala sensorial 6D, considerada uma das maiores inovações em terapias. Atualmente em todo o Brasil existem pouco menos de 10 salas com esse conceito e tecnologia, que estejam estruturadas e em funcionamento.

O projeto ainda prevê a criação de outros espaços, no mesmo quarteirão, para as atividades de pedagogia e oficina multidisciplinar dentro do projeto de inclusão escolar, o Café do Mano – espaço de socialização e cultura que contará com profissionais com síndrome de Down, e o espaço Hub Incluo de empreendedorismo social para pessoas com deficiência.

De acordo com Leonardo Gontijo, presidente e fundador do Mano Down, a pandemia mostrou o quanto o Instituto foi importante para as famílias, levando assistência social, cestas básicas e oportunidades de socialização e desenvolvimento, mesmo que de forma virtual, por isso a necessidade de ampliar o projeto para que mais pessoas possam ser beneficiadas.

"Tudo o que vivemos no último ano serviu para mostrar a dimensão do impacto que proporcionamos na vida das mais de 350 famílias atendidas diretamente e milhares de outras pessoas impactadas indiretamente. Com as atividades on-line, ampliamos o número de pessoas atendidas e hoje a nossa infraestrutura está no limite. Para que possamos atender mais famílias e dar a elas mais oportunidades precisamos expandir o nosso espaço e atuação. E queremos fazer isso oferecendo o que há de melhor para elas em termos de estrutura, tecnologia e possibilidades de desenvolvimento", enfatiza.

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