Maioria das vítimas são mulheres e poucas trocam senhas
Moradores de Belo Horizonte que caem em golpes financeiros perdem, em média, R$ 1.638,24, segundo pesquisa da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL/BH).
Entre os que conseguiram recuperar parte do valor, a média restituída foi de R$ 1.430. Além do prejuízo, as vítimas relatam cobranças indevidas, bloqueio de cartões e impactos psicológicos.
A frequência de tentativas de golpe tem aumentado a desconfiança dos consumidores. O estudo mostra que 84% dos entrevistados já desistiram de compras on-line por suspeitarem de fraudes — principalmente mulheres (54,5%).
Para se proteger, 42% dos belo-horizontinos dizem conferir o extrato bancário com frequência, mas apenas 26,5% trocam as senhas periodicamente. Já 52,5% monitoram o CPF e 89,5% evitam compartilhar dados pessoais nas redes.
O presidente da CDL/BH, Marcelo de Souza e Silva, alerta que o problema vai além do prejuízo financeiro. “Os golpes afetam a tranquilidade e até a dignidade das pessoas”, afirma. Ele defende mais educação financeira — área em que seis em cada dez consumidores ainda não têm formação.
Maioria das vítimas são mulheres e poucas trocam senhas
Moradores de Belo Horizonte que caem em golpes financeiros perdem, em média, R$ 1.638,24, segundo pesquisa da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL/BH). Entre os que conseguiram recuperar parte do valor, a média restituída foi de R$ 1.430.
Além do prejuízo, as vítimas relatam cobranças indevidas, bloqueio de cartões e impactos psicológicos.
A frequência de tentativas de golpe tem aumentado a desconfiança dos consumidores.
O estudo mostra que 84% dos entrevistados já desistiram de compras on-line por suspeitarem de fraudes — principalmente mulheres (54,5%).
Para se proteger, 42% dos belo-horizontinos dizem conferir o extrato bancário com frequência, mas apenas 26,5% trocam as senhas periodicamente.
Já 52,5% monitoram o CPF e 89,5% evitam compartilhar dados pessoais nas redes.
O presidente da CDL/BH, Marcelo de Souza e Silva, alerta que o problema vai além do prejuízo financeiro. “Os golpes afetam a tranquilidade e até a dignidade das pessoas”, afirma.
Ele defende mais educação financeira — área em que seis em cada dez consumidores ainda não têm formação.
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