O 4º poder e o jornalismo militante no Brasil

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Todos já ouvimos falar no “Quarto Poder”, uma denominação de cunho alusivo aos três poderes constituídos do Estado Democrático de Direito, o Legislativo, o Executivo e o Judiciário. Essa expressão foi criada para demonstrar o poder que os meios de comunicação exercem sobre a população, numa sociedade livre e democrática.

Nossa conhecida mídia, que sempre mamou nas tetas do Estado, ancorada na famigerada “liberdade de expressão”, tenta passar forçosamente a idéia de ser uma instituição crível, supostamente confiável, por ser uma fornecedora de informação e entretenimento, detentora de grande poder e saber.

É neste contexto que se pratica a manipulação da sociedade em que vivemos, ditando comportamentos, “formando” opiniões, conduzindo a massa de manobra conforme interesses econômicos e ideologias sócio-políticas dos canais de comunicação.

O “Quarto Poder”, assim exercido pela imprensa ao longo de décadas, começou a ruir com o advento das redes sociais, modelo de informação bastante ampliado, muito mais democrático e participativo, onde todos se expressam livremente, para o bem ou para mal.

As redes sociais rapidamente derrubaram a farsa da grande mídia, acostumada que era a exercer seu poder de forma silenciosa e dissimulada, sem contestações ou controvérsias.

A falta de credibilidade da imprensa no mundo inteiro tornou-se realidade, não só no Brasil. A questão mais aguda dessa insegurança coletiva está intimamente ligada aos países com problemas no sistema político, onde os interesses escusos dos canais de comunicação afloram, identificados com a esquerda corrupta e sórdida na disputa pelo poder.

Democracias frágeis, desrespeitadas e frequentemente afrontadas, são alvos fáceis para distorcer, corromper informações e criar narrativas falsas, onde jornalistas militantes execráveis se evolvem abertamente em todo tipo de discussão.

No Brasil, os recentes acontecimentos com a crise sanitária escancararam essa realidade.

A grande mídia, capitaneada pela “vênus platinada”, mais conhecida como “Globolixo”, vem prestando enorme desserviço à nação, já percebido e assimilado por boa parte dos brasileiros de boa-fé.

Apresentadores de TV maliciosos, comentaristas canalhas e repórteres desqualificados, profissionais majoritariamente formados em faculdades pífias, deixaram de lado a nobre missão de informar e conscientizar os cidadãos sobre a realidade, para, de forma irresponsável, não menos criminosa, enganar e ludibriar a todos com discursos tendenciosos e mentirosos.

Espalharam o terror e pânico incansavelmente entre nós, como última e desesperada tentativa de retomar o nefasto poder de alienação e manipulação, mantendo seus privilégios e interesses ocultos.

Desde a campanha frenética do “FIQUE EM CASA”, apresentaram-se como os grandes benfeitores da nação, os mocinhos entendedores de todos os males, “cientistas” ilibados e probos, “preocupados” em salvar vidas e com a saúde dos brasileiros. Farsantes e hipócritas miseráveis!

Não percebem ou se recusam a fazê-lo, das consequências trágicas de suas ações e omissões, ao mascarar a verdade nas informações prestadas, num momento político tão instável que o país atravessa. É um vale-tudo abominável, cruel, não menos sórdido.

Promover a discórdia de forma acentuada e recorrente como vêm fazendo, explorando as maiores fraquezas do ser humano, confundindo e desinformando a sociedade, irá produzir, a médio e longo prazo, um efeito destruidor e sombrio, sobretudo em nossos jovens e adolescentes

Os brasileiros juvenis oriundos da “Geração Paulo Freire”, com a educação de baixa qualidade que receberam, atormentados a todo instante pela paranóia da mídia, ingressarão na fase adulta acometidos de distúrbios psicológicos imprevisíveis e potencialmente danosos. Serão transformados em cidadãos fracos, despreparados e covardes. É tudo que não precisamos, e não desejamos!

O “mainstream” da grande mídia pretende na verdade produzir milhares de idiotas úteis por todo país. Um emburrecimento coletivo perigoso e sem precedentes, altamente tóxico para todos nós, que não tem outro objetivo senão restaurar o “Quarto Poder”, outrora intocável.

Mas ainda há esperança. A renovação da concessão para a “Globolixo”, por exemplo, pode não acontecer em 2022, o que seria uma grande notícia, para o bem de todos e felicidade geral da nação!

PS: A coluna estará de férias nas próximas duas semanas. Retornamos dia 04 de agosto!

As opiniões contidas nesta coluna não refletem necessariamente a opinião do portal Balcão News.

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