O dia seguinte

Walter Nery - As manifestações de 07 e 12 de setembro passados ficarão para sempre na memória dos brasileiros, revelando de forma incontestável a natureza pacífica de um povo que não se deixa mais enganar.

O dia seguinte

As manifestações de 07 e 12 de setembro passados ficarão para sempre na memória dos brasileiros, revelando de forma incontestável a natureza pacífica de um povo que não se deixa mais enganar.

Enquanto o feriado da independência foi marcado pela belíssima festa cívica da nação, com uma multidão de brasileiros indo às ruas de forma ordeira, organizada e consciente, para dar seu grito de liberdadque reverberou no mundo inteiro, o fiasco do 12 de setembro foi a mais humilhante e acachapante derrota da esquerda progressista e seus novos aliados, Movimento Brasil Livre – MBL e Partido NOVO entre eles, evidenciando ainda mais sua torpeza e demência.

Se no aniversário dos 199 anos de nossa independência tivemos a clara e inequívoca demonstração do gigante que despertou faz tempo, e que exige o respeito à nossa atacada Constituição, principalmente com a manutenção das garantias e liberdades individuais; no 12 de setembro vimos o lado obscuro, decadente e raivoso da oposição, “vomitando” todo seu ódio contra um presidente que enfrenta, com bravura e dignidade, o establishment corrompido eviolento implantado no país pelos governos petistas anteriores, que envergonharam e humilharam por quatorze longos anos um povo sofrido e trabalhador.

O inflamado discurso do Presidente Bolsonaro no sete de setembro, na verdadeapenas evidenciou a indignação da esmagadora maioria dos brasileiros, cansados com as atrocidades cometidas pelo STF no país.

Mas foi incompreendido quando dois dias depois foi publicada uma carta aberta à nação, onde o PR, em tom mais conciliador, se desculpou pelos excessos no seu pronunciamento. Por outro lado, deixou claro seu alinhamento com valores morais e éticos, princípios norteadores que devem ser seguidos por todos, principalmente para a manutenção da harmonia e independência entre os poderes.

Bolsonaro não fraquejou, como alguns interpretaram precocemente. Ao contrário, ao apresentar suas escusas pelo excesso na fala, revelou todo seu preparo para governar e conduzir o país para um crescimento seguro e sustentável, onde a democracia seja sempre respeitada e mantida. Um autêntico estadista, jamais um golpista como covardemente apregoado pelos seus opositores.

Todos sabemos que é impossível governar o país sem o apoio do Congresso Nacional. Mas está claro agora que mais difícil ainda é governar sem o apoio do Supremo, porque o STF se tornou uma força política atuante, imiscuindo-se nas prerrogativas específicas do Executivo e Legislativo faz tempo.

Os ministros da Corte Suprema, com o poder monocrático que lhes foi conferido erroneamente, podem com uma canetada definir os rumos do país, o que é extremamente perigoso dado o despreparo eo conhecido viés ideológico de cada um deles. Evidente, portanto, que o ativismo judicial, enquanto não combatido e eliminado, se tornou o maior problema político brasileiro, o verdadeiro caminho para a completa ruptura institucional.  

Assim é que o Poder Judiciário se tornou de forma inequívoca o maior adversário político do PR, e há que se buscar um entendimento sim, queiram ou não, para que o país não mergulhe nas trevas habitadas pelos esquerdistas.

E é exatamente essa a maior frustração dos que odeiam Bolsonaro. Descobriram que para tirá-lo da presidência da República vai ser necessário muito mais que um discurso odioso, torpe e incongruente, onde termos como golpista, genocida, fascista e outras baboseiras não se sustentam, caindo no ridículo cada dia mais. Estão desorientados e desesperados com a incontestável popularidade e o apoio incondicional ao chefe da nação, demonstrado pelo povo brasileiro.

E o que falar da grande mídia, após a “ampla cobertura” das manifestações do sete e doze de setembro, com suas conhecidas e distorcidas narrativas? Bem, esse é um assunto para um artigo futuro, onde falaremos da podridão que assola a imprensa em nosso país!

As opiniões contidas nesta coluna não refletem necessariamente a opinião do portal Balcão News.