O poder destruidor do medo na atual crise sanitária

O poder destruidor do medo na atual crise sanitária
Reprodução Internet
redutea
banner redutea
banner redutea


O medo sempre fez parte de nossas vidas: crianças, jovens, adultos, pais e mães, todos desenvolvemos algum medo em maior ou menor grau, para que possamos nos proteger, entender o sentido da vida e caminhar num processo de evolução permanente, buscando sempre o equilíbrio em nossas ações diárias e cotidianas.

A psicologia define o medo como uma sensação em consequência da liberação de hormônios, como a adrenalina, que causa imediata aceleração dos batimentos cardíacos. É uma resposta do organismo a uma estimulação aversiva, qualquer que seja, cuja função é preparar a pessoa para uma possível luta ou fuga.

Sem o medo não existiria a coragem e a vontade de superá-lo, através da sensação de força interior, que nos impulsiona para buscar o caminho que ultrapasse nossas limitações físicas e mentais, na realização de desejos e superações.

Existem diferentes tipos de medo, muitas vezes antagônicos, como o medo da mentira e da verdade, da vida e da morte. São tantos, que a todo momento somos testados em nossa percepção e capacidade cognitiva do mundo à nossa volta.

De todos os medos que se tem notícia, nenhum deles, entretanto, tem produzido tantos efeitos colaterais danosos quanto o do vírus chinês de laboratório. O medo potencializado dessa doença ainda misteriosa, em meio a disputas políticas e informações desencontradas e contraditórias, tem sido altamente contagioso e letal.

Medicamentos consagrados e seguros são contestados, vacinas experimentais rotuladas de imunizantes são disputadas, e a insegurança é geral. Muito mais do que o vírus propriamente dito, o medo de contraí-lo tem revelado um poder de destruição nunca antes percebido ou imaginado.

Mas por que isso acontece?

São vários os motivos. Num mundo globalizado, onde o crescimento do fluxo de idéias, bens, commodities e serviços pode ser movido por interesses econômicos escusos, que se aliam conforme políticas perniciosas, o medo da COVID-19 tem servido para fechar grandes negócios, manipular massas e ditar comportamentos.

No Brasil, essa tem sido a principal arma na luta política insana dos que querem derrubar o governo federal a qualquer custo, e devolver o país aos tempos sombrios das trevas, onde a corrupção e os crimes de lesa-pátria faziam parte do cotidiano tupiniquim. A desinformação nunca foi tão utilizada a serviço do mal,

instalando o caos como forma de governança e convivência, utilizando-se do medo coletivo para aterrorizar a todos.

Nessa realidade, o que temos assistido atualmente é mais que uma disputa, uma verdadeira guerra político-ideológica sem precedentes, onde a manipulação criminosa de informações, exercida diária e ostensivamente pela grande mídia comprada e perversa, protagonista do “fique em casa”, vai gradativamente aumentando o pavor e pânico instalados entre nós, provocando assim a distorção do medo e a inevitável ruptura e desestruturação da sociedade.

O medo exacerbado do coronavírus está destruindo nossas vidas. Famílias estão sendo desmanteladas pouco a pouco, a violência doméstica tem crescido a níveis preocupantes, e a execração à doença está distanciando parentes e amigos, produzindo ainda elevado número de doenças psicossomáticas de todo tipo.

Percepções desvirtuadas da realidade e do adequado enfrentamento da doença, causados pela medicina militante, e ainda a perpetuação do ódio e abalo da ordem social, supressão das liberdades e garantias individuais por parte de governantes desqualificados, medidas arbitrárias e inconstitucionais das autoridades constituídas; tudo isso vai sendo pouco a pouco disseminado e percebido na população, na tentativa alucinada de se impor uma nova ordem corrompida, e um padrão de dominação desumano e ditatorial.

Se antes a sociedade temia por tiranias somente pela força das armas, hoje podemos vivenciar a perpetuação de ditaduras tecnológicas e de opinião que sequer conhecíamos, utilizando-se da propagação do medo potencializado como sua melhor plataforma.

Estamos sendo dominados e manipulados pelo medo da COVID-19, que afeta diferentes pessoas de diferentes maneiras. Permitindo que isso ocorra, corremos o risco de sofrermos uma completa paralisia, e nos tornarmos verdadeiros zumbis. Se isso acontecer, o estado patológico da fobia, cuja característica mais importante é o comprometimento da relação que o indivíduo estabelece com o mundo que o cerca, fica perigosamente aumentado, com reações imprevisíveis.

Precisamos reagir, antes que seja tarde demais!

As opiniões contidas nesta coluna não refletem necessariamente a opinião do portal Balcão News.

LEIA TAMBÉM:

Ibovespa renova máxima e atinge 131 mil pontos, mas o que isso quer dizer?

PBH no vermelho? Tragédia anunciada

Os desafios da paternidade

Blazer cropped, uma tendência que chega para ganhar seu coração

Para rir (ou chorar), andando pelas ruas

7 Dicas para manter a saúde da sua coluna