Quem são os genocidas?

Quem são os genocidas?
redutea
banner redutea
banner redutea


Temos ouvido frequentemente o termo “genocida” sendo propagado pelos ensandecidos “peles vermelhas”, que até hoje não aceitam sua derrocada no resultado das urnas em 2018. Buscam a todo instante, com sua costumeira torpeza, inventar narrativas enviesadas, na tentativa frenética de responsabilizar o PR por todos os males decorrentes do mais novo vírus chinês, causador da COVID-19 e sétimo na família dos coronavírus humanos existentes.

Logo após essa doença proveniente de Wuhan desembarcar no Brasil, o Google registrou um crescimento vertiginoso na busca pelo significado da palavra genocida, que nunca foi tão demandada e distorcida por aqui, inserida que foi no vocabulário chulo e odioso dos dissimulados esquerdopatas de plantão.

A Organização das Nações Unidas (ONU) reconhece que o genocídio é um extermínio deliberado de um povo, por razões étnicas, militares, religiosas ou culturais. A História registra inúmeros casos. Entre os mais recentes, no século passado, estão a Alemanha de Hitler, que dizimou 6 milhões de judeus e 10,5 milhões de eslavos; a União Soviética de Josef Stalin, o tirano russo que matou entre 20 e 25 milhões de compatriotas; e o campeão disparado, o líder comunista e revolucionário Mao Zedong – pronuncia-se Mao Tsé Tung, que com seu conhecido maoísmo aniquilou entre 45 e 70 milhões de chineses.

Muito difícil acreditar que no Brasil alguém se habilite a essa posição vexatória, degradante, degenerada e absolutamente cruel. Mas fazendo uma retrospectiva do que tem acontecido no país nos últimos tempos, podemos facilmente identificar alguns candidatos nacionais a novos genocidas da modernidade.

Em 30 de janeiro de 2020, a Organização Mundial da Saúde (OMS), entidade política muitas vezes contestada, declarou que o surto do novo coronavírus constituía uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional (ESPII) – o mais alto nível de alerta da Organização, com o objetivo de aprimorar a coordenação, cooperação e a solidariedade global para interromper a propagação do vírus.

Em 04 de fevereiro de 2020, o governo federal decretou estado de emergência por causa da doença que ameaçava o mundo inteiro. Embora o país não tivesse, naquele momento, nenhum caso confirmado, o objetivo da medida era diminuir a burocracia para enfrentar um problema que o governo classificava como complexo, e que demandaria um esforço conjunto de todo SUS.

Em abril de 2020, apesar de nossa Constituição estabelecer a separação e harmonia entre os Poderes, e definir claramente direitos e garantias fundamentais para todos os cidadãos brasileiros, as divindades de toga do STF surrupiaram descaradamente as atribuições do governo federal no enfrentamento da COVID, deflagrando a crise que tem produzido muitas mortes.

Governadores e prefeitos, na sua maioria, passaram então a ser os protagonistas das maiores atrocidades já cometidas no país, autorizados que foram pelos deuses do Olimpo brasileiros. Medidas como lockdown e o fechamento do comércio multiplicaram-se país afora, sem qualquer planejamento ou eficácia comprovada. Atrocidades contra a população foram identificadas de norte a sul. Medidas restritivas violentas passaram a ser comuns, pessoas de bem foram perseguidas e caçadas nas ruas, a covardia e barbárie se instalaram à força. 

Fomos “condenados” a ficar dentro de nossas casas, assistindo passivamente a insensatez de governantes inescrupulosos, que abusaram da insanidade e arrogância para impingir a todos um modelo ditatorial de poder.

Como se não bastasse, a canalhice de governadores e prefeitos desqualificados ficou escancarada, ao receberem bilhões de reais do governo federal para o enfrentamento da doença, sem necessidade de prestar contas, o que se tornou um verdadeiro escândalo e um banquete para o retorno da corrupção e o desvio do dinheiro público. E agora são protegidos pelo STF, para não se explicarem na CPI instalada no Senado Federal. A roubalheira matou muitos inocentes, à mingua de leitos, medicamentos e equipamentos adequados em nossos hospitais. Uma vergonha atrás da outra.

Mas não estavam sozinhos. A grande mídia, poderosa aliada das forças do mal, não poupou esforços para espalhar o pavor e o desespero na população, sob uma pretensa verdade científica que jamais existiu. Manipulam o número de mortes, inventam narrativas, criam perspectivas ardilosas e trágicas, enfatizam e investem no medo e temor da doença. Mentem desavergonhadamente.

Os maiores veículos de comunicação do país se utilizam até hoje do coronavírus como pano de fundo, no único objetivo de destituir um governante que cortou a bilionária verba pública que receberam anos a fio de governos anteriores. Nunca se produziu tantos “cientistas de araque” para defender uma causa ideológica e um projeto midiático de poder, por mais nocivo que seja, através da manipulação latente dos dados oficiais da doença no país.

Boa parte da imprensa brasileira ficou desacreditada. Muitos jornalistas e colunistas badalados caíram no ridículo, o que não lhes retira a responsabilidade pelo manejo criminoso das informações a que têm acesso.

O tratamento imediato da COVID após o diagnóstico, com fármacos potentes, baratos, seguros e eficazes, passou a ser demonizado. A medicina se tornou um balcão de grandes discussões e negociatas, onde os interesses mais vis afloraram, e as contradições entre profissionais da saúde se acentuaram. Os maiores laboratórios farmacêuticos do mundo se apressaram no desenvolvimento e produção de vacinas experimentais, com lucros bilionários. A guerra das vacinas se tornou uma realidade. Um verdadeiro negócio da China.

Mas não é só. Num mundo digital, as redes sociais foram infestadas de aproveitadores e fake news. Artistas esquerdistas tresloucados e celebridades da baixaria vomitam sua ira diuturnamente, contra um presidente que lhes retirou a mamata da Lei Rouanet. 

Youtubers depravados e picaretas de todo tipo proliferam na velocidade da luz, influenciando nossas crianças proibidas de voltar às escolas. Uma constante e permanente degradação do ser humano, destruindo freneticamente a moral e os bons costumes.

A censura velada das “big techs” também foi exposta, e a liberdade de expressão vai sendo cada vez mais monitorada e restrita, conforme os interesses dos gigantes da tecnologia. Valores morais e éticos vão sendo exterminados. Que se dane a verdade, que se dane a saúde. O que importa é o vale quanto pesa do maldito vírus chinês de laboratório. 

Afinal, quem são os possíveis genocidas do mundo atual? Só no Brasil, a fila é enorme. Salve-se quem puder!

As opiniões contidas nesta coluna não refletem necessariamente a opinião do portal Balcão News.

LEIA TAMBÉM:

Não é só o prefeito quem deve decidir onde investir em BH!

Alimentação pós-Covid-19

A Política do Fim dos Tempos

Paternidade consciente, uma nova mentalidade

Já comeu um Petit Gateau salgado? O Chef Carlos Pita te ensina a fazer

God Save The Queen – Vamos reverenciar a Escola Inglesa

Peças para apostar nesta estação

Cinco dicas infalíveis para atletas amadores

Junho Violeta reforça a importância do diagnóstico precoce do ceratocone

O poder destruidor do medo na atual crise sanitária

Ibovespa renova máxima e atinge 131 mil pontos, mas o que isso quer dizer?