Violência contra Mulheres tem programa aprovado em BH

Além dessa pauta, outros temas foram abordados pelos parlamentares, Foto: Abrão Bruck/CMBH.

Objetivo é capacitar mulheres profissionalmente.

O Projeto de Lei 683/2023, aprovado por unanimidade no Plenário da Câmara de Belo Horizonte, busca criar o “Programa de Apoio à Vítima de Violência Doméstica”.

O objetivo é capacitar profissionalmente as mulheres que sofrem violência no ambiente familiar, favorecendo sua autonomia e independência.

O programa propõe medidas como capacitação técnica e profissional, criação de redes de networking e mentoria, além de rodas de conversa com mulheres que superaram situações semelhantes.

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O PL conta com o apoio de oito das nove vereadoras da cidade.

Por outro lado, o PL 687/2023, que institui diretrizes para a conscientização sobre os malefícios causados pelos cigarros eletrônicos em escolas públicas e privadas do município, obteve aprovação mesmo com 18 votos contrários.

O projeto visa prevenir e combater o acesso e a utilização desses dispositivos por crianças e adolescentes.

O autor ressaltou os danos à saúde comprovados pelo Conselho Federal de Medicina, enquanto alguns parlamentares criticaram a proposta alegando interferência na autonomia do Poder Executivo.

Além dessas pautas, outros temas foram abordados pelos parlamentares, como manifestações contra eventos de carnaval no Parque Municipal, assistência à população em situação de rua, a greve dos professores e o aumento da incidência de dengue na cidade.

Manifestações individuais dos vereadores também foram registradas, como a protesto de Janaína Cardoso contra eventos no Parque Municipal durante o Carnaval, Irlan Melo enviando uma moção ao prefeito contra o uso do espaço, e Cida Falabella destacando a preocupação com a dengue e a necessidade de conscientização sobre a vacinação.

A discussão sobre a eficiência das políticas públicas para a população em situação de rua também foi mencionada, com Braulio Lara e Cleiton Xavier comentando o relatório final da CPI sobre o tema.

O presidente da Câmara, Gabriel Sousa Marques Azevedo, criticou a falta de investimentos do município na assistência social e educação, lamentando a não inclusão dos trabalhadores da educação no projeto de reajuste dos servidores.

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