A Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH) está preocupada com a flexibilidade da infraestrutura urbana da cidade, especialmente em áreas próximas às lojas de rua, o que pode impactar melhorias nas vendas e no ambiente comercial.
A organização destacou a importância da zeladoria urbana — que inclui a limpeza das ruas, a preservação das praças, a iluminação adequada e a manutenção da infraestrutura — como um fator crucial para atrair investidores e apoiar o
Marcelo de Souza e Silva, presidente da CDL/BH, enfatiza que uma cidade bem cuidada não apenas melhora a qualidade de vida dos moradores, mas também torna o ambiente comercial mais atraente e competitivo.
Para fortalecer essa mensagem, a CDL/BH criou um “Caderno de Propostas” que aborda as principais demandas do setor de comércio e serviços da capital mineira, com a zeladoria urbana como um dos pontos centrais.
A preocupação da CDL/BH é respaldada por dados que mostram a necessidade de melhorias na manutenção da cidade, como os mais de 500 pontos críticos de descarte irregular de lixo, a falta de manutenção adequada das lixeiras públicas e o alto número de reclamações sobre serviços essenciais como tapa-buracos e iluminação pública.
A demora média de 59 dias para a realização de poda de árvores também é um indicativo dos desafios enfrentados na zeladoria urbana.
Souza e Silva defende que a próxima gestão municipal deve tratar a zeladoria urbana como uma prioridade estratégica para impulsionar a economia local, especialmente no contexto em que lojas de rua competem com alternativas como o comércio on-line e centros comerciais fechados, que conseguem manter uma zeladoria mais eficaz.


