Desemprego cresceu em 12 estados, segundo IBGE

Desemprego cresce em 12 estados Tania Rego balcao News Desemprego cresce em 12 estados Tania Rego balcao News
Nas outras 15 unidades, o indicador manteve-se estável. Foto: Tânia Rêgo/Agência Br.

O levantamento mais recente da PNAD Contínua (Pnad-C) do IBGE revela um cenário de crescimento regionalizado da taxa de desocupação no Brasil no primeiro trimestre de 2025.

Segundo IBGE, 12 estados registraram aumento em relação ao último trimestre de 2024, enquanto, nas outras 15 unidades, o indicador manteve-se estável.

Principais destaques:

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Estados com maior alta na taxa de desemprego:

Piauí: de 7,5% → 10,2% (maior aumento do país)

Amazonas: 8,3% → 10,1%

Pará: 7,2% → 8,7%

Ceará: 6,5% → 8%

Pernambuco: 10,2% → 11,6% (maior taxa entre todas as UF)

Outros estados com aumento:

Minas Gerais, de 4,3% para 5,7%, Maranhão, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Paraná e Rio Grande do Sul.

Estados com taxas estáveis:

Entre eles, os menores índices de desemprego, segundo a Agência Brasil foram registrados em:

Santa Catarina: 3%

Rondônia: 3,1%

Comparação com o 1º trimestre de 2024 – Redução da taxa em 6 estados:

Bahia: 14% → 10,9%

Espírito Santo: 5,9% → 4%

São Paulo: 7,4% → 5,2%

Rio de Janeiro: 10,3% → 9,3%

Santa Catarina: 3,8% → 3%

Paraná: 4,8% → 4%

Taxa nacional de desocupação:

7%, a menor já registrada para um 1º trimestre desde o início da série histórica (2012).

Rendimento médio real mensal:

Crescimento em relação ao último trimestre de 2024:

Rio de Janeiro: +6,8%

Santa Catarina: +5,8%

Pernambuco: +4,7%

Crescimento na comparação anual (1º tri 2024 vs 1º tri 2025):

Pernambuco: +23,4%

Alagoas: +13,4%

Sergipe: +13,2%

Rio Grande do Sul, Paraná, Espírito Santo e Santa Catarina também tiveram aumentos.

Desemprego por grupos sociodemográficos:

Por idade:

14 a 17 anos: 26,4%

18 a 24 anos: 14,9%

25 a 39 anos: 6,5%

40 a 59 anos: 4,7%

60+ anos: 3,1%

Por sexo:

Mulheres: 8,7%

Homens: 5,7%

Por cor/raça:

Pretos: 8,4%

Pardos: 8%

Brancos: 5,6%

Por nível de instrução:

Ensino médio incompleto: 11,4% (maior taxa)

Superior completo: 3,9% (menor taxa)

Sem instrução: 5,6%

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