Em homenagem ao Dia Mundial do Rádio comemorado dia 13 de fevereiro, o Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição) divulgou um recorte regional das músicas mais executadas em rádios adimplentes ao longo de 2025.
O levantamento mostra a força da música brasileira nas programações: Centro-Oeste, Nordeste e Sul tiveram liderança nacional, enquanto Norte e Sudeste registraram predominância internacional no topo dos rankings.
Segundo a superintendente executiva do Ecad, Isabel Amorim, o resultado evidencia o rádio como vitrine plural para compositores e intérpretes, além de reforçar a importância do licenciamento musical para a remuneração de quem cria.
O estudo considera apenas emissoras em dia com os direitos autorais de execução pública. Nesse segmento, são remunerados autores, editoras, intérpretes, músicos e produtores fonográficos.
Onde a música brasileira liderou
- Centro-Oeste: Na linha do tempo (Marcelo / Mila Alves / Sergio Porto)
- Nordeste: Raridade (Anderson Freire)
- Sul: Do fundo da grota (Baitaca)
Nessas regiões, os rankings combinam sertanejo, MPB, música regional e repertório religioso, mostrando forte identidade local.
Onde a música internacional ficou no topo
- Norte: Happy (Pharrell Williams)
- Sudeste: Happy (Pharrell Williams)
No Sudeste, o pódio ainda teve Shape of You (Ed Sheeran) e Get Lucky (Daft Punk, Pharrell Williams e Nile Rodgers).
As mais tocadas por região
- Centro-Oeste: Na linha do tempo Marcelo / Mila Alves / Sergio Porto
- Nordeste: Raridade Anderson Freire
- Norte: Happy Pharrell Williams
- Sudeste: Happy Pharrell Williams
- Sul: Do fundo da grota Baitaca.
Curiosidades do levantamento
Happy foi a única canção a liderar duas regiões.
Flores em vida (Vanessa da Mata / Ben Harper) aparece bem posicionada em quatro regiões.
Clássicos como Evidências, Sinônimos e Tocando em frente seguem fortes nas rádios.
O ranking revela convivência entre hits internacionais, sertanejo, MPB, gospel e música regional.
Por que 13 de fevereiro?
O Dia Mundial do Rádio foi criado pela Unesco em 2011, em referência à primeira transmissão da United Nations Radio, em 1946.
O recorte do Ecad reforça que, quase 80 anos depois, o rádio segue atual, diverso e determinante na circulação da música pelo país.
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