Entidade destaca importância de ações emergenciais, mas defende acompanhamento dos impactos fiscais e econômicos
A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais informou que acompanha com atenção as medidas anunciadas ontem, segunda-feira (6) pelo Governo Federal do Brasil para mitigar os efeitos da alta dos combustíveis, influenciada pelo atual cenário geopolítico internacional.
O pacote inclui subsídios ao diesel, com divisão de custos entre a União e os estados, além de nova redução de tributos como PIS e Cofins e ações voltadas ao gás de cozinha e ao querosene de aviação.
Segundo a entidade, as iniciativas têm como objetivo conter o avanço dos preços dos combustíveis, que vêm impactando diretamente o custo do transporte, pressionando a inflação e elevando os preços de produtos.
A FIEMG avalia que medidas emergenciais são importantes para reduzir os efeitos imediatos da alta e contribuir para a preservação do poder de compra da população, além de garantir maior competitividade às empresas.
Apesar disso, a federação ressalta que os efeitos do pacote devem ser acompanhados com cautela, especialmente em relação ao equilíbrio fiscal e à articulação entre os entes federativos.
A entidade também observa que as ações anunciadas se somam a medidas adotadas anteriormente, consideradas insuficientes para conter a escalada dos preços nas últimas semanas.
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