Licenciamento ambiental precisa de agilidade e transparência
O presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG), Flávio Roscoe, voltou a defender, em recente declaração, a necessidade de modernização e racionalidade nos processos de licenciamento ambiental no Brasil. Com uma fala firme e embasada, ele destacou que o desenvolvimento sustentável só será possível com equilíbrio entre produção industrial e preservação ambiental — sem abrir mão da responsabilidade socioambiental e da geração de empregos.
Clique no vídeo a seguir e assista o pronunciamento completo do Presidente da Fiemg, Flávio Roscoe:
Licenciar não é destruir
O Brasil possui mais de 5.700 obras paradas em função de licenciamento. Processos que levam, 5, 10 e até 20 anos. E a quem interessa essa morosidade? A quem interessa a falta de objetividade e transparência nos processos? Quem são os verdadeiros ambientalistas neste país? A Lei Geral de Licenciamento é um GRANDE PASSO para o futuro do Brasil. Para seu desenvolvimento e sustentabilidade!
Morosidade trava o progresso e prejudica a sociedade
A preocupação com os longos prazos nos processos de licenciamento foi um dos pontos centrais abordados por Roscoe. Segundo dados citados pelo setor industrial, existem atualmente mais de 5.700 obras paradas em todo o país devido à lentidão no trâmite ambiental — alguns processos ultrapassam 10 e até 20 anos de espera.
“A quem interessa essa morosidade? A quem interessa a falta de objetividade e transparência nos processos?”, questiona a FIEMG em seu posicionamento público. Para Roscoe, essa situação representa um entrave grave ao desenvolvimento do Brasil, pois impede a geração de empregos, limita investimentos e compromete o crescimento econômico de forma sustentável.
Indústria mineira aposta em diálogo e inovação
Na avaliação do presidente da FIEMG, a indústria mineira tem assumido um papel protagonista na construção de soluções. “Temos uma Câmara Ambiental dentro da Federação, que tem como objetivo principal dialogar com os órgãos ambientais, com a sociedade, com os empresários, para que possamos sempre avançar nessa pauta”, afirmou Roscoe.
O dirigente ressaltou que a indústria mineira tem investido de forma consistente em tecnologias limpas, economia circular, reaproveitamento de resíduos e eficiência energética. “A indústria de Minas Gerais é moderna, tem responsabilidade social e ambiental. Não queremos que a legislação ambiental seja flexibilizada. O que queremos é que ela seja aplicada com racionalidade, inteligência e base técnica”, frisou.
Lei geral de licenciamento: um passo essencial
A aprovação da Lei Geral de Licenciamento Ambiental é vista pela FIEMG como um marco importante para destravar investimentos e dar previsibilidade ao setor produtivo. A entidade reforça que não se trata de reduzir exigências ou ignorar o meio ambiente, mas de construir um modelo técnico, transparente e eficiente, que permita o desenvolvimento com responsabilidade.
“A preservação ambiental não é inimiga do desenvolvimento. Pelo contrário: ela é condição essencial para que o desenvolvimento seja duradouro. Só existe desenvolvimento sustentável quando o meio ambiente é respeitado, e a indústria mineira compreende isso profundamente”, declarou Roscoe.
Meio ambiente como aliado do crescimento sustentável
A fala do presidente reforça o compromisso da FIEMG com um futuro que una prosperidade econômica e responsabilidade ambiental. A entidade tem atuado junto ao governo de Minas, a instituições técnicas e aos órgãos licenciadores para construir um ambiente regulatório mais eficiente, sem abrir mão da preservação dos recursos naturais.
“A FIEMG continuará atuando de forma firme e propositiva, para garantir que Minas avance em direção ao desenvolvimento sustentável, com uma indústria forte, moderna e consciente do seu papel na sociedade”, concluiu Roscoe.
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