A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG) e a Associação de Dirigentes Cristãos de Empresas de Minas Gerais (ADCE-MG) promoveram, ontem, segunda-feira (11), mais um tradicional almoço-palestra reunindo empresários, lideranças e representantes de diversos setores.
O convidado especial foi o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Antônio Anastasia, que apresentou a palestra “A reforma do Estado”, oferecendo uma análise profunda sobre os desafios e perspectivas da administração pública brasileira.
Eficiência, transparência e responsabilidade
Durante sua fala, Anastasia destacou que a modernização do Estado exige três pilares fundamentais: eficiência na gestão, transparência nas ações e responsabilidade fiscal. Para ele, somente assim será possível construir um país mais competitivo e comprometido com o bem comum.
“Precisamos pensar em uma administração que sirva melhor ao cidadão, utilize com inteligência os recursos públicos e seja transparente em todos os níveis. É um privilégio trazer minha experiência no Executivo, no Legislativo e agora no TCU para enriquecer esse debate”, afirmou o ministro.
Visão do setor produtivo
O presidente da FIEMG, Flávio Roscoe, reforçou a importância de pautas que impactam diretamente o desenvolvimento econômico e social.
“A FIEMG está sempre aberta ao diálogo sobre temas estratégicos para a sociedade e a economia. A presença do ministro Anastasia foi uma oportunidade única de refletirmos sobre caminhos para um Estado mais moderno e eficiente”, declarou.
Liderança ética e responsável
O presidente da ADCE-MG, Alexandre Figueiredo de Andrade, lembrou que a entidade tem como missão estimular a atuação ética dos líderes empresariais.
“Buscamos encontros que inspirem responsabilidade social, ética e compromisso com o bem comum. Ter o ministro Anastasia conosco fortalece ainda mais esse propósito”, destacou.
Já o presidente da Uniapac ADCE Brasil, Sérgio Cavalieri, defendeu o alinhamento entre princípios éticos e políticas públicas.
“A reforma do Estado é essencial para que possamos unir ética, eficiência e cidadania, transformando a gestão pública e a realidade do país”, concluiu.




