Recorde também no número de pessoas ocupadas
O Brasil atingiu, no trimestre encerrado em outubro, a menor taxa de desemprego da série histórica do IBGE (iniciada em 2012): 5,4%.
O resultado veio acompanhado de recorde de pessoas ocupadas (102,5 milhões), recorde de trabalhadores com carteira assinada (39,2 milhões) e recorde de massa salarial, que chegou a R$ 357,3 bilhões, impulsionada pelo aumento do emprego e do rendimento médio.
O número de desocupados caiu para 5,9 milhões, o menor já registrado, representando queda de 11,8% em relação ao mesmo período de 2024.
A coordenadora do IBGE destaca que a massa salarial elevada ajuda a manter o consumo, mesmo diante dos juros altos — a Selic está em 15% ao ano, maior nível desde 2006.
Entre os setores, cresceram a construção e a administração pública/educação/saúde, enquanto “outros serviços” teve queda. A informalidade ficou em 37,8% (38,7 milhões de trabalhadores), estável, mas abaixo do nível de 2024.
O número de trabalhadores que contribuem para a previdência atingiu recorde de 67,8 milhões, refletindo menor informalidade.
O Caged, que mede apenas empregos formais, registrou saldo positivo de 85,1 mil vagas em outubro e mais de 1,35 milhão de vagas em 12 meses.
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