Só conto – Poema de Ocasião por João Café

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Só conto - Poema de Ocasião por João Café.

Só conto

Me encanta
tanto
quem canta
com o ponto
na ponta
do canto

que tento
e saio,
torto desmaio
sem porto,
meio morto,
eu caio.

e lento,
ostento e
ensaio.
recorro
ao Santo
e então canto

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invento
o talento (meu Deus),
eu tento!
ao léu
no céu
ao vento.

de desaponto eu morro!
e meio tonto
eu canto e me espanto.
socorro!!!!
paro pela graça de Deus
por amor aos ouvidos seus

continuar nem tento
mas paro sem pranto,
nem desencanto.
eu passo o ponto
e mais não canto,
agora só conto!

           João Café

Siga no Instagram: @joãocafe_poetadeocasiao

João Café – Poeta de Ocasião: Romântico, louco, apaixonado, cheio de dúvidas, tristonho, animado, alegre, crédulo, decente, por vezes discrente. Humilde, e até humilhado, às vezes enganado, contador de anos e de tantos desenganos. Totalmente inclinado pro lado do bem e do respeito mútuo, também. Leitor curioso, poeta de ocasião, escritor de causos por pura diversão. Praticante do perdão e pensador – cada pensamento é uma oração e cada qual sabe a sua dor. Amante da vida, amigo do amigo, louco pela família, quem mexe com ela é inimigo. Crente no verbo amar, na criança, e em tudo que traz esperança, em tudo que ainda virá! Que sempre acredita que vai dar pé! Prazer, e você, quem é?

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