Maria
Todos esforços eu somaria
num plano bom que eu mesmo armaria e com ele a realidade transformaria sem medo de ir parar na enfermaria.
Não falo em perfumaria, apenas do passado que eu cremaria e depois o defumaria.
Com os cuidados que na certa tomaria, ao alvo eu rumaria, e então, sabendo que me entusiasmaria, ainda que houvesse calmaria, eu remaria, e remaria, e remaria, não enquanto o mar vinha,
mas só quando o mar ia.
Todos meus enganos eu limaria, eu os domaria e, dessa vez, não me queimaria. Faria da ocasião uma romaria.
Seja como for, a qualquer coisa eu me acostumaria, juro, só para ter de volta você Maria, a única, dentre tantas, que eu sempre amaria!
João Café
Instagram: @joãocafe_poetadeocasiao
João Café – Poeta de Ocasião: Romântico, louco, apaixonado, cheio de dúvidas, tristonho, animado, alegre, crédulo, decente, por vezes discrente. Humilde, e até humilhado, às vezes enganado, contador de anos e de tantos desenganos. Totalmente inclinado pro lado do bem e do respeito mútuo, também. Leitor curioso, poeta de ocasião, escritor de causos por pura diversão. Praticante do perdão e pensador – cada pensamento é uma oração e cada qual sabe a sua dor. Amante da vida, amigo do amigo, louco pela família, quem mexe com ela é inimigo. Crente no verbo amar, na criança, e em tudo que traz esperança, em tudo que ainda virá! Que sempre acredita que vai dar pé! Prazer, e você, quem é?
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