Câmara de BH vota empréstimo de até R$ 1 bilhão para obras no Anel Rodoviário

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Ação inclui ampliação de viadutos, passarelas e acessos ao longo da via. Foto: José Cruz/Agência Brasil.

Recursos devem financiar intervenções de mobilidade e infraestrutura do Anel Rodoviário

De acordo com a Prefeitura, os recursos serão destinados a um amplo programa de intervenções ao longo da via, incluindo ampliação de viadutos, adequação de alças de acesso, restauração de passarelas existentes e construção de novas estruturas para pedestres. O plano também prevê ações voltadas para habitação, urbanização, sustentabilidade ambiental, saneamento e recuperação de áreas de risco localizadas no entorno do Anel.

Sob responsabilidade do Município desde junho de 2025, o Anel Rodoviário é considerado pela administração municipal uma das principais prioridades de infraestrutura da capital. Segundo o Executivo, a modernização da via exige um projeto de reengenharia capaz de compatibilizar sua função de corredor logístico com o crescimento urbano de Belo Horizonte.

A prefeitura afirma que as intervenções buscam aumentar a capacidade de escoamento do tráfego, eliminar pontos de afunilamento e melhorar os acessos ao longo do trecho. A expectativa é que as obras tragam benefícios não apenas para os usuários da rodovia, mas também para moradores e trabalhadores das regiões vizinhas.

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Antes da votação em plenário, o projeto motivou questionamentos da Comissão de Legislação e Justiça da Câmara. Entre os pedidos encaminhados ao Executivo estavam informações sobre a distribuição dos recursos, metas de execução, indicadores de impacto e cronogramas para obras consideradas prioritárias, como intervenções nos viadutos Teresa Cristina e São Francisco, na Praça São Vicente e nos acessos da Avenida Amazonas e da BR-040.

Em resposta, a Prefeitura encaminhou documentos técnicos elaborados pelas secretarias municipais de Obras e Infraestrutura e de Fazenda, detalhando os eixos de investimento previstos e a capacidade financeira do Município para assumir o financiamento.

Para avançar na tramitação, o projeto precisará do voto favorável de pelo menos 28 dos 41 vereadores da Câmara Municipal de Belo Horizonte.

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