Minas atinge marca histórica de 1 milhão de empregos formais desde 2019

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Em junho deste ano, o saldo foi de 24.228 novas contratações,. Foto: Gil Leonardi e Eugênio Sávio/Agência MG.

Estado se consolida como líder na geração de empregos no Brasil, ao lado de São Paulo. Resultado é impulsionado por políticas públicas, atração de investimentos e foco na qualificação profissional.

Minas Gerais alcançou uma marca inédita e histórica: mais de 1 milhão de postos de trabalho com carteira assinada criados desde janeiro de 2019. Os dados, divulgados essa semana pelo Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), apontam um saldo de 1.024.785 vagas formais abertas nos últimos seis anos e meio.

Com esse desempenho, o estado se junta a São Paulo como único no Brasil a atingir essa marca no período, consolidando-se como um dos grandes motores da recuperação e do crescimento do emprego no país.

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Compromisso cumprido

Para o governador Romeu Zema, o feito representa o cumprimento de um compromisso público assumido no início de sua gestão: gerar 1 milhão de empregos.

“Hoje, com muito trabalho, nós alcançamos esta meta. É a prova de que o melhor programa social que existe é a geração de emprego e renda. Investimos no potencial das diferentes regiões de Minas, diversificando a economia e atraindo empresas para o estado”, destacou Zema.

O vice-governador Mateus Simões reforçou que o desempenho de Minas está acima da média nacional:

“Um milhão de carteiras assinadas significa mais do que o PIB de muitos estados brasileiros. Temos hoje índices de desemprego mais baixos que a média do Sudeste e estamos entre os estados com menor taxa de desocupação no Brasil. Isso só foi possível graças a um esforço contínuo e conjunto.”

Minas em destaque na geração de empregos em 2025

Em junho deste ano, o saldo foi de 24.228 novas contratações, elevando o acumulado de 2025 para 149.282 vagas formais. O número coloca Minas novamente entre os líderes nacionais em geração de empregos formais neste ano.

Mesmo durante a pandemia, o estado manteve saldo positivo na criação de postos de trabalho. Desde 2021, aparece consistentemente entre os três maiores geradores de empregos no país. A partir de maio de 2023, no cenário pós-pandemia, Minas registrou mais de 400 mil vagas criadas, atrás apenas de São Paulo.

Integração entre setores público e privado

A secretária de Estado de Desenvolvimento Social, Alê Portela, atribui o sucesso à sinergia entre o governo e o setor produtivo:

“A marca histórica é resultado de um trabalho conjunto, com foco na qualificação profissional e na atração de investimentos. Essa combinação é essencial para gerar empregos e promover o desenvolvimento social.

Exemplos concretos confirmam essa trajetória. A assistente de relacionamento financeiro Rossele Oliveira se recolocou no mercado durante um Feirão de Empregos promovido pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese), em junho:“Muita gente buscava uma nova chance ou mudança profissional. O feirão foi uma oportunidade real de recomeço”, relatou.

Formação de mão de obra qualificada

O impacto das ações do governo também se reflete na capacitação profissional da população mineira. Programas como o Minas Forma, da Sedese, e o Trilhas de Futuro, da Secretaria de Estado de Educação (SEE-MG), oferecem cursos gratuitos alinhados às demandas do mercado.

Somente neste ano, o Minas Forma disponibilizou mais de 8,3 mil vagas em 105 municípios, com apoio do Senai-MG e Senac-MG. Já o Trilhas de Futuro atende atualmente 108 mil estudantes, com investimentos que ultrapassam R$ 1,5 bilhão desde 2021, formando aproximadamente 70 mil profissionais.

Ambiente de negócios mais simples e atrativo

Desde 2019, Minas Gerais trabalha para facilitar o empreendedorismo e desburocratizar processos. O programa Minas Livre Para Crescer já impactou 560 municípios, isentando alvarás e licenças para 915 atividades econômicas, o que beneficia diretamente quase 14 milhões de mineiros.

Como resultado, o estado atraiu quase R$ 500 bilhões em novos investimentos, fomentando o crescimento de setores estratégicos e ampliando a oferta de vagas.

A empresária Carolinne Cardoso, gerente de pessoas da AeC Contact Center, confirma essa percepção positiva: “Minas tem mostrado avanços consistentes, graças às políticas públicas eficazes, ao incentivo ao empreendedorismo e à força do setor privado. Hoje, quem busca se qualificar e se recolocar encontra um mercado mais dinâmico e receptivo.”

Minas Gerais mostra, mais uma vez, que investir em gente, qualificação e ambiente de negócios não é apenas estratégia — é compromisso com o futuro.

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