BDMG impulsiona empreendedorismo feminino em Minas e financia expansão de artista

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O crédito é contratado 100% de forma digital. Foto: Cari Borelli.

Até outubro o BDMG liberou mais de R$ 60 milhões para mulheres empreendedoras

Aos 11 anos apaixonada por cerâmica, a artista mineira Thaís Mor hoje celebra a inauguração de sua própria galeria em Belo Horizonte — um passo impulsionado pelo crédito especial do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG).

A história dela simboliza o avanço do empreendedorismo feminino no Estado, celebrado no Dia Mundial do Empreendedorismo Feminino , comemorado, ontem, dia 19 de novembro..

Entre janeiro e outubro de 2025, o BDMG liberou mais de R$ 60 milhões em financiamentos para cerca de mil empreendedoras mineiras por meio de linhas exclusivas para mulheres.

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De acordo com o Sebrae Minas, 40% das micro e pequenas empresas do Estado são comandadas por mulheres — grupo que ainda enfrenta dificuldades de acesso ao crédito.

A secretária de Desenvolvimento Econômico, Mila Corrêa da Costa, destacou a importância do apoio às mulheres que lideram negócios: fortalecer essas empreendedoras significa fortalecer famílias, municípios e a economia mineira.

Já o presidente do banco, Gabriel Viégas Neto, reforçou que o BDMG, como banco de desenvolvimento, prioriza quem mais precisa e foi pioneiro no país ao criar uma linha exclusiva para empresárias.

O crédito é contratado 100% de forma digital, e as empresas devem ter participação societária feminina igual ou superior a 50% há pelo menos seis meses para acessar as condições diferenciadas.

Formada em design e comunicação, Thaís deixou a publicidade em 2015 para se dedicar à produção de cerâmicas. Suas peças, marcadas por cores e palavras inscritas, ganharam mercado, e em 2025 ela inaugurou uma galeria no bairro Belvedere.

O financiamento do BDMG tornou o projeto viável. Com o novo espaço, suas coleções alcançaram notoriedade e chegaram até à Bienal da Finlândia, em agosto.

Segundo ela, ter acesso a crédito que considera os desafios das mulheres empreendedoras foi essencial para expandir seu trabalho artístico e comercial.

Thaís afirma que o interesse crescente por produtos artesanais favorece suas criações, permitindo ampliar o público, diversificar produtos e fortalecer sua presença no mercado de arte.

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