Empresariado mineiro repudia atos de vandalismo e pede serenidade e firmeza

Os empresários pedem que as ações sejam investigadas, julgadas e punidas, seguindo o rito legal e as normas constitucionais, que devem ser cumpridas por todos nós, cidadãos brasileiros, sem qualquer distinção.
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Fiemg e Sistema Fecomércio MG pedem apuração rígida dos fatos. Foto: Fecomércio.

Os líderes empresariais  divulgaram nota, em nome das instituições lamentando os atos de vandalismo ocorridos no domingo, em Brasília:

Veja a íntegra das notas:

A FIEMG, por meio desta nota, vem a público repudiar os atos de vandalismo e de agressão realizados na sede dos Três Poderes, Brasília, este domingo (8 de janeiro).

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A entidade sempre defendeu e defenderá a liberdade de expressão e o direito à manifestação de todo e qualquer indivíduo, desde que praticados de forma pacífica e democrática. Ações hostis, como as que se viram, precisam ser investigadas, julgadas e punidas, seguindo o rito legal e as normas constitucionais, que devem ser cumpridas por todos nós, cidadãos brasileiros, sem qualquer distinção.

Fecomércio pede firmeza, serenidade e diálogo

Reafirmamos o nosso compromisso com a legalidade e a democracia. Prestamos solidariedade aos profissionais de imprensa, servidores e agentes da segurança pública que foram agredidos no cumprimento de seu dever e atividade.

A Associação Comercial e Empresarial de Minas Gerais – ACMinas e Fecomércio MG, Sesc, Senac repudiam veementemente os atos de destruição ao Congresso Nacional, ao Palácio do Planalto e ao Supremo Tribunal Federal, ocorridos em Brasília no domingo, dia 08/01. 

Manifestações violentas, partam de onde partirem, devem ser repelidas e condenadas severamente, sendo que os responsáveis devem ser punidos de acordo com os devidos preceitos legais. Esse tipo de ação jamais será aceita dentro do âmbito democrático.

A barbárie das invasões e a violência praticada nos atos não possuem explicação alguma. Isso não serve como motivo para justificar a implantação de regras que ultrapassem os limites das leis, as garantias constitucionais e o ordenamento jurídico brasileiro.

O bom Direito e a boa justiça, princípios defendidos e valorizados na ACMinas e Sistema Fecomércio MG, Sesc, Senac e Sindicatos Empresariais devem fundar-se na serenidade, na firmeza e no diálogo amigável, respeitando os padrões democráticos, éticos e constitucionais da sociedade brasileira.

José Anchieta da Silva

Presidente da ACMinas

Nadim Donato

Presidente da Fecomércio MG

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