Galo substituições – Sampaoli é bom ou ruim?

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Galo substituições - Sampaoli é bom ou ruim? Por afonso Canabrava. Ilustração: IA.

Galo substituições – Sampaoli é bom ou ruim?

As substituições no futebol são complexas e estão ligadas à uma série de razões, que muitas vezes indisponibiliza o técnico com a torcida.
Considerando que no futebol brasileiro a torcida é responsável pela maioria das inúmeras demissões de técnicos, às vezes, no meio de competições, com inúmeros prejuízos, apraz-me dar alguns exemplos:
Via de regra se entende, que o técnico só faz substituições para melhorar o desempenho do time: nem sempre se consegue o perfeito e o jeito é usar o possível;
Se o técnico coloca o melhor jogador, para jogar no início de um jogo desgastante e êle, por razões diversas (idade, contusões), cansa ou machuca, como substituí-lo por um jogador melhor, se o time não tem esse jogador?
Se coloca numa determinada posição um jogador pior, que outro, da mesma posição e deixa o melhor no banco, tudo vai depender do desenrolar do resultado inicial para qualquer substituição:
Caso o resultado seja confortavelmente favorável e garanta vitória final “o jogador pior” poderá jogar até o final da partida e, o melhor, poderá ser poupado, principalmente se houver, pra frente, um jogo mais decisivo;
Num segundo caso, quando o resultado é desfavorável, substitui-se o pior pelo melhor: dai se o time ganha o porquê de não ter feito a substituição antes é questionado e o técnico criticado;
Imagine quando o time não tem bons jogadores para uma mesma posição, dai entra a capacidade do treinador em improvisar.
Esses poucos exemplos são problemas para técnicos de times “grandes ou pequenos” e diferencia salários: de baixos a milionários.
No mais o desempenho de um time depende da administração, passa pelo elenco, clima do vestiário, dinheiro e, também, do técnico.
O torcedor dificilmente pondera e quando a maioria crítica: Técnico demitido!
Ne não?

Afonso Canabrava

  • Afonso Canabrava nasceu na Rua São Paulo há 5 quadras do campo do Galo, aonde foi criado e aprendeu a nadar, jogar futebol e outras avenças. Foi contemporâneo dos comentários “lesco-lesco” do Kafunga, da presidência de Nelson Campos e de jogadores como Ubaldo, Dario, Reinaldo e tantos outros. Nessa época comemorou o pentacampeonato Mineiro e do Brasileirão. Torcedor contra o vento diante de uma camisa do Galo dependurada no varal, é ferrenho crítico de futebol e todas as suas nuances.
  • Instagram: @afonsocanabrava

As opiniões contidas neste artigo não refletem necessariamente a opinião do portal Balcão News.

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