Galo! Afinal, a onde a diretoria da SAF atleticana quer chegar?

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Arena MRV. Ilustração/IA.

Galo! Afinal, a onde a diretoria da SAF atleticana quer chegar?

Com uma dívida que ultrapassa R$ 1,4 bilhão e sucessivos prejuízos — tanto financeiros quanto esportivos — o Atlético vive um dos momentos mais delicados de sua história recente. A perda de premiações, como a eliminação na Libertadores de 2024 (jogando boa parte da partida contra um Botafogo com 10 jogadores), a queda na Sul-Americana de 2025 para um modesto Lanús, a péssima campanha no Brasileirão de 2025 e a não classificação para a Libertadores de 2026, somadas à desmotivação da torcida, apontam para um cenário preocupante. Mantido esse ritmo, a dívida atleticana pode facilmente ultrapassar os R$ 2 bilhões.

O Cruzeiro, embora também altamente endividado, vive situação oposta: garantiu o prêmio pelo 3º lugar no Brasileirão e já está classificado para a Libertadores de 2026, além de contar atualmente com uma torcida empolgada.

Afinal, de quem é a culpa?
Da diretoria, inevitavelmente.

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Os bilionários que compõem a Galo Holding — que detém 75% da SAF — seguem no centro das críticas: Rubens e Rafael Menin (55,7%, MRV), Ricardo Guimarães (8,7%, BMG) e Daniel Vorcaro (26,2%, Banco Master). Há, inclusive, o agravante de que Vorcaro, do Banco Master, está preso e acusado de estelionato, o que aumenta ainda mais a desconfiança da torcida.

A verdade é que este elenco — incluindo o técnico Sampaoli — já demonstra esgotamento. São, como dizem os torcedores, “bananeiras que já deram cacho”. Aproximadamente 70% do plantel precisaria ser substituído.

E há dinheiro para isso?
Pelo menos até agora, a torcida não sabe. Para 2026, a administração segue em silêncio sobre a calamidade instaurada no futebol do clube.

Resta ao torcedor fazer o que sempre fez: apoiar o time — e, desta vez, também torcer pelo “bolso dos empresários”.

Né não?

Afonso Canabrava

Afonso Canabrava nasceu na Rua São Paulo há 5 quadras do campo do Galo, aonde foi criado e aprendeu a nadar, jogar futebol e outras avenças. Foi contemporâneo dos comentários “lesco-lesco” do Kafunga, da presidência de Nelson Campos e de jogadores como Ubaldo, Dario, Reinaldo e tantos outros. Nessa época comemorou o pentacampeonato Mineiro e do Brasileirão. Torcedor contra o vento diante de uma camisa do Galo dependurada no varal, é ferrenho crítico de futebol e todas as suas nuances.

Instagram: @afonsocanabrava

As opiniões contidas neste artigo não refletem necessariamente a opinião do portal Balcão News.

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