Família de Paulo Gustavo doa figurino de ‘Minha Mãe é uma Peça 3’ para ajudar ONG

O figurino será sorteado no dia 14/05, às 11h (horário de Brasília), ao vivo, pelas redes sociais da FSF e de parceiros, diretamente do Rio de Janeiro.

Família de Paulo Gustavo doa figurino de ‘Minha Mãe é uma Peça 3’ para ajudar ONG
Reprodução

O Dia das Mães está chegando e para ajudar o projeto Fraternidade Sem Fronteiras (FSF) na arrecadação de fundos, a família do nosso eterno Paulo Gustavo doou um figurino de Dona Hermínia.

A ação faz parte da campanha “Todo Aquele que Acolhe é Também Mãe”, da instituição que acolhe crianças órfãs e refugiados.

A doação do figurino foi feita pelos familiares, o marido Thales Bretas e a produtora do filme Migdal Filmes. Por apenas R$ 10, você ajuda o projeto e ainda concorre a essa peça tão marcante da carreira do ator e humorista.

Paulo Gustavo morreu no dia 4 de maio de 2021. Ele não conseguiu ser vacinado contra a Covid porque, na época, a campanha de vacinação não havia chegado à idade dele, 42 anos. Lastimável!

O sorteio

O figurino será sorteado no dia 14/05, às 11h (horário de Brasília), ao vivo, pelas redes sociais da FSF e de parceiros, diretamente do Rio de Janeiro.

Toda a arrecadação será revertida para Fraternidade Sem Fronteiras no acolhimento de crianças órfãs e refugiadas.

Para saber de todos os detalhes e participar acesse o site aqui.

O projeto

A Fraternidade Sem Fronteiras atua em alguns dos lugares mais pobres do planeta para ajudar a combater a fome e a construir um mundo de paz.

No Brasil, apoiam o tratamento de crianças com microcefalia, em Campina Grande, na Paraíba, em parceria com o Instituto de Pesquisa Professor Joaquim Amorim Neto.

Em Campo Grande, tem o projeto Orquestra Filarmônica Jovem Emmanuel, que proporciona o ensino de música a jovens da periferia, e ajudam a Clínica da Alma, dedicada ao tratamento de dependentes químicos.

Em Roraima, acolhem famílias refugiadas da Venezuela, que atravessaram a fronteira para o Brasil em busca de uma chance.

Na África subsaariana, eles abriram e mantiveram centros de acolhimento onde oferecem alimentação, cuidados com a higiene, atividades pedagógicas, culturais e formação profissionalizante.

Com informações de Fraternidade Sem Fronteiras