Votação da LDO 2025 é adiada na Comissão Mista de Orçamento

Congresso adia votacao do LDO 2026 Marcos Oliveira Balcao News 16 10 25 Congresso adia votacao do LDO 2026 Marcos Oliveira Balcao News 16 10 25
Motivo seria à derrubada da Medida Provisória (MP) 1.303/2025, que previa uma arrecadação extra de R$ 17 bilhões. Foto: Marcos Oliveira - Agência Senado.

Congresso analisará nesta quinta apenas vetos à Lei Geral do Licenciamento Ambiental

A Comissão Mista de Orçamento (CMO) adiou para a próxima terça-feira (21) a votação do projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2025 — PLN 2/2025.

Com a decisão, a sessão do Congresso Nacional, marcada para esta quinta-feira (16), deverá analisar apenas os vetos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Lei Geral do Licenciamento Ambiental (VET 29/2025).

O anúncio foi feito pelo líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), após encontro realizado nesta quarta-feira (15) com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, na residência oficial do presidente do Senado, Davi Alcolumbre.

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Motivo do adiamento

Segundo Randolfe, o adiamento da votação da LDO está relacionado à derrubada da Medida Provisória (MP) 1.303/2025, que previa uma arrecadação extra de R$ 17 bilhões para o governo federal e perdeu a validade em 8 de outubro.

“O presidente Davi Alcolumbre anunciou a sessão do Congresso na semana passada. Em prol de uma ‘concertação’ orçamentária com as contas da União, conseguimos adiar o tema relativo à LDO. O segundo tema, que são os vetos à Lei Geral do Licenciamento Ambiental, permanece na pauta de quinta-feira”, explicou o senador.

Randolfe, segundo  a Agência Senado afirmou que o governo busca equilibrar as metas fiscais diante da perda de receita causada pela rejeição da MP.

“O governo está à disposição para perseguir o texto da LDO como está. Mas o centro da meta previsto não bate com a rejeição da medida provisória. Neste momento, não temos as contas fechadas”, afirmou.

Impactos no orçamento

De acordo com o líder do governo, a falta de recursos poderá afetar a execução de diversas despesas, incluindo emendas parlamentares.

“Quando o ministro Fernando Haddad fala em corte de emendas, ele não está fazendo ameaça. É um diagnóstico da realidade: não teremos recursos para várias atividades”, completou Randolfe Rodrigues.

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