Especialistas avaliam vulnerabilidades das urnas eletrônicas
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) iniciou hoje, segunda-feira, a 8ª edição do Teste Público de Segurança dos Sistemas Eleitorais, conhecido como Teste das Urnas de 2025.
A ação, realizada tradicionalmente um ano antes das eleições gerais, tem como objetivo avaliar e reforçar a segurança das urnas eletrônicas que serão utilizadas na escolha de presidente, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais em 2026.
De acordo com o TSE, especialistas e investigadores executam 38 planos de testes aprovados pela Comissão Reguladora. As atividades buscam identificar eventuais vulnerabilidades, aprimorar barreiras de proteção e garantir a confiabilidade, a transparência e a integridade da captação e da apuração dos votos. O processo é considerado uma das principais etapas de auditoria preventiva do sistema eleitoral brasileiro.
Na abertura do evento, a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, destacou que o teste público reafirma o compromisso da Justiça Eleitoral com a segurança e a legitimidade das eleições. Segundo ela, o procedimento “demonstra, de forma clara e aberta à sociedade, que o sistema é constantemente aprimorado e que qualquer cidadão tem o direito de acompanhar e fiscalizar”.
A ministra reforçou ainda que a participação de instituições, universidades e especialistas independentes fortalece a credibilidade do processo.
As equipes selecionadas para o Teste Público de Segurança atuarão durante toda a semana, com acesso controlado ao código-fonte e aos módulos específicos dos sistemas eleitorais.
Após a conclusão da etapa prática, o TSE apresenta um relatório consolidado com os achados e estabelece um cronograma para a implementação das correções e melhorias tecnológicas antes do pleito de 2026. ressaltou a segurança das urnas e explicou que os testes verificam todo o sistema que compõe a votação eletrônica.
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