Tadeu Leite cita 607 leis aprovadas em 2025 e reforça acompanhamento do Propag
O presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), deputado Tadeu Leite (MDB), destacou ontem, segunda-feira, dia 2, a relevância do trabalho do Legislativo na aprovação de normas consideradas estratégicas para o Estado.
A fala ocorreu durante a Reunião Solene de Plenário que marcou a abertura oficial da 4ª sessão legislativa ordinária, último ano da 20ª Legislatura.
Segundo Tadeu Leite, a produção legislativa de 2025 foi expressiva, com a aprovação de 607 leis. Ele classificou como marco histórico a autorização para que Minas Gerais aderisse ao Programa de Pleno Pagamento das Dívidas dos Estados (Propag).
“Foi uma decisão difícil, que exigiu diálogo, escuta e compromisso com o futuro. Uma decisão que reafirmou o papel desta Casa como espaço central de debates qualificados e de soluções possíveis para os grandes desafios do nosso tempo”, afirmou.
O presidente ressaltou que a ALMG seguirá acompanhando de perto a execução das medidas previstas no programa. “O Parlamento Mineiro se mantém ativo, tanto como interlocutor na mediação do diálogo entre os Poderes e instituições, quanto no cumprimento do seu papel constitucional de fiscalizar a execução das medidas assumidas”, disse.
Tadeu Leite também destacou o papel dos parlamentares no debate democrático. “Cada deputado cumpriu seu papel ao qualificar decisões, aprimorar projetos e representar os interesses da população mineira. É na pluralidade de ideias e no respeito às divergências que esta Assembleia se fortalece”, completou.
Governador cita Propag e Copasa
O governador Romeu Zema reconheceu a importância da adesão ao Propag para a sustentabilidade financeira do Estado. “O Propag vai tornar Minas financeiramente viável. Com isso, os mineiros podem esperar mais acesso à saúde, educação, segurança, emprego e infraestrutura”, declarou.
Zema também mencionou a aprovação da lei que autoriza a privatização da Copasa. Para ele, a mudança no controle da empresa é necessária para cumprir as metas do Marco Legal do Saneamento.
“A Copasa e o Estado não dispõem de recursos suficientes para cumprir essas metas. A desestatização foi uma medida essencial”, afirmou.
O governador ainda agradeceu a parceria com os deputados e a condução do presidente da ALMG. “Substituímos uma relação antes marcada por embates por uma muito mais construtiva no meu segundo mandato”, concluiu.

