Orquestra SESIMINAS: concerto gratuito no museu
A Orquestra SESIMINAS apresenta, no dia 23 de julho de 2026, às 19h30, uma edição especial do projeto Música no Museu, em Belo Horizonte. O concerto será realizado no SESI Museu de Artes e Ofícios, localizado na Praça da Estação, e integra a programação desenvolvida em parceria com o Festival de Música Contemporânea Plurisons.
Com entrada gratuita e classificação livre, a apresentação reúne obras de música contemporânea, peças de câmara e duas estreias mundiais. A proposta é aproximar o público de diferentes sonoridades, técnicas de composição e linguagens artísticas que marcam a produção musical dos dias atuais.
Sob a regência do maestro Felipe Magalhães, a Orquestra SESIMINAS conduzirá um repertório inteiramente dedicado à música de hoje. O programa valoriza tanto a experiência de artistas convidados quanto o trabalho desenvolvido por participantes do Festival Plurisons.
O concerto representa uma oportunidade para o público de Belo Horizonte conhecer novas obras, acompanhar de perto a atuação de compositores em formação e vivenciar uma noite musical em um dos espaços culturais mais emblemáticos da capital mineira.
Estreias mundiais no programa
Entre os principais destaques da apresentação estão duas estreias mundiais de obras compostas por dois dos mais experientes alunos do Festival Plurisons. As composições serão apresentadas ao público pela primeira vez, ampliando o caráter singular do concerto no SESI Museu de Artes e Ofícios.
Uma estreia mundial ocupa um lugar especial na trajetória de qualquer composição. É o momento em que a obra deixa o campo da criação, dos estudos, das anotações e dos ensaios para ganhar vida diante da plateia. Cada gesto musical, cada combinação instrumental e cada escolha sonora passam a ser compartilhados com os ouvintes.
No caso do Música no Museu, essa experiência será conduzida pela Orquestra SESIMINAS, grupo reconhecido por sua versatilidade artística e por sua atuação em diferentes repertórios. A formação de câmara permite uma relação próxima entre os músicos, o maestro, as obras e o público.
Além das duas composições inéditas, o programa inclui uma peça de um dos professores convidados do Festival Plurisons. O repertório será complementado por obras de música de câmara, criando um panorama diversificado da produção contemporânea.
A escolha por um concerto integralmente dedicado à música atual fortalece a proposta do festival. Em vez de tratar a produção contemporânea como um segmento distante ou restrito, a programação busca torná-la acessível, presente e integrada à experiência cultural da cidade.
Música contemporânea em foco
A música contemporânea reúne uma multiplicidade de linguagens. Ela pode dialogar com tradições anteriores, explorar novas formas de organização sonora, incorporar silêncios, contrastes, texturas e combinações instrumentais pouco usuais.
Essa diversidade estará presente no concerto da Orquestra SESIMINAS. O público terá contato com diferentes possibilidades de criação e poderá perceber como os compositores atuais investigam timbres, ritmos, intensidades e estruturas.
A proposta não exige conhecimento técnico prévio. Ao contrário, o concerto foi pensado como uma experiência aberta, capaz de despertar a curiosidade tanto de quem já acompanha música de câmara quanto de pessoas que terão seu primeiro contato com um repertório contemporâneo.
O ambiente do museu também contribui para essa aproximação. Em um espaço dedicado à preservação da memória do trabalho, das artes e dos ofícios, a música contemporânea estabelece uma ponte entre diferentes tempos. O passado preservado pelo acervo encontra a criação musical do presente.
Esse encontro amplia os sentidos da programação. A música não aparece apenas como acompanhamento, mas como manifestação artística capaz de ocupar o espaço, criar atmosferas e propor novas formas de escuta.
Em uma cidade com forte tradição cultural como Belo Horizonte, iniciativas dessa natureza ajudam a diversificar a agenda artística e oferecem ao público experiências que fogem dos repertórios mais conhecidos.
Parceria com o Plurisons
A participação da Orquestra SESIMINAS na programação do Festival de Música Contemporânea Plurisons cria um ambiente de intercâmbio entre intérpretes, compositores, professores e alunos.
O festival atua como espaço de formação, criação e circulação musical. Ao incluir obras desenvolvidas por alunos experientes em um concerto aberto ao público, a programação permite que o processo pedagógico alcance uma dimensão mais ampla.
As composições deixam o ambiente de estudo e passam a integrar uma apresentação profissional. Essa transição é importante para os autores, que podem acompanhar como suas ideias são interpretadas por uma orquestra e recebidas pelos ouvintes.
Para os músicos, a experiência também oferece desafios particulares. Obras contemporâneas frequentemente apresentam diferentes modos de articulação, organização rítmica e exploração dos instrumentos. Cada partitura exige atenção, pesquisa e diálogo entre os integrantes do grupo.
O resultado desse trabalho poderá ser acompanhado pelo público no dia 23 de julho. A noite reunirá formação artística, experimentação e acesso democrático à cultura, em um concerto que valoriza o desenvolvimento de novas vozes da música.
A presença de uma obra composta por um dos professores convidados reforça o caráter de troca entre diferentes gerações. Dessa forma, o programa estabelece uma relação entre quem ensina, quem aprende e quem interpreta.
Mais do que apresentar peças isoladas, o concerto evidencia um processo coletivo. Compositores, regente e instrumentistas participam da construção de uma experiência que somente se completa com a presença da plateia.
Regência de Felipe Magalhães
A condução do concerto ficará a cargo do maestro Felipe Magalhães. Sua atuação será fundamental para articular as diferentes propostas presentes no repertório e orientar a interpretação das obras.
Em um programa contemporâneo, o trabalho de regência envolve o entendimento detalhado das partituras, das intenções dos compositores e das possibilidades sonoras do conjunto. O maestro atua como elo entre a escrita musical e a execução, organizando os elementos para que cada peça alcance clareza e unidade.
A relação entre regente e compositores também pode contribuir para o amadurecimento das obras, especialmente em uma programação que inclui estreias mundiais. Durante os ensaios, questões relacionadas ao equilíbrio dos instrumentos, às dinâmicas e aos efeitos sonoros podem ser analisadas e aperfeiçoadas.
Para a plateia, esse processo se manifesta no palco por meio da precisão, da expressividade e da interação entre os músicos. Embora muitos detalhes ocorram antes da apresentação, o resultado aparece na maneira como cada composição se desenvolve ao longo do concerto.
A regência de Felipe Magalhães também reforça a continuidade do trabalho artístico da Orquestra SESIMINAS, conhecida por transitar entre diferentes estilos e formatos.
Acesso por ordem de chegada
A entrada para o concerto será gratuita e não haverá retirada prévia de ingressos. O acesso ao SESI Museu de Artes e Ofícios ocorrerá por ordem de chegada, respeitando a capacidade do espaço, que é de aproximadamente 120 lugares.
A organização orienta o público a chegar com antecedência. A entrada para o espetáculo será iniciada cerca de 40 minutos antes da apresentação, prevista para começar às 19h30.
Como o número de lugares é limitado, a recomendação é que os interessados planejem o deslocamento e compareçam ao local antes do início da liberação do público. Não será possível realizar reservas.
A classificação é livre, permitindo a presença de pessoas de diferentes idades. A característica amplia o alcance da iniciativa e possibilita que famílias, estudantes, músicos, educadores e demais interessados participem da programação.
A duração estimada do concerto é de uma hora. Durante o dia, o SESI Museu de Artes e Ofícios funcionará normalmente, conforme sua rotina de visitação.
A gratuidade é um dos elementos centrais do projeto. Ao eliminar o custo do ingresso, o Música no Museu contribui para aproximar novos públicos da música de concerto e ampliar o acesso à produção artística contemporânea.
Cultura no centro de BH
O SESI Museu de Artes e Ofícios está situado na Praça Rui Barbosa, número 600, no Centro de Belo Horizonte. Conhecida como Praça da Estação, a região possui importância histórica, arquitetônica e cultural para a capital mineira.
A localização favorece o acesso por diferentes meios de transporte e insere o concerto em uma área marcada pela circulação de moradores, trabalhadores, estudantes e visitantes.
Realizar uma apresentação de música contemporânea nesse espaço contribui para fortalecer a ocupação cultural do Centro de Belo Horizonte. Também estimula a relação entre patrimônio, vida urbana e produção artística.
O museu, dedicado à história dos ofícios e das atividades de trabalho, torna-se palco para obras que representam a criação musical do presente. O contraste é sutil, mas significativo.
De um lado, instrumentos, objetos e técnicas ligados a diferentes períodos da história. De outro, composições inéditas e linguagens que investigam novas possibilidades de expressão. A combinação oferece ao público uma experiência que ultrapassa os limites tradicionais de uma sala de concertos.
O formato do Música no Museu também permite uma escuta mais próxima. Com capacidade para cerca de 120 pessoas, o espaço favorece a percepção dos detalhes e das relações entre os instrumentos.
Essa proximidade pode tornar o contato com a música contemporânea mais direto. Em vez de uma experiência distante, o público acompanha os gestos dos músicos, as entradas dos instrumentos e as mudanças de intensidade.
Tradição desde 1986
Fundada em 20 de dezembro de 1986, a Orquestra SESIMINAS nasceu com a missão de levar música de qualidade aos trabalhadores da indústria mineira.
Ao longo de sua trajetória, o grupo ampliou significativamente seu alcance. A atuação, inicialmente vinculada ao ambiente industrial, passou a ocupar escolas, hospitais, praças, museus e salas de concerto.
A Orquestra SESIMINAS já realizou mais de 1.200 apresentações e passou por mais de cem municípios de Minas Gerais. Os números refletem um trabalho contínuo de circulação, formação de público e descentralização do acesso à música.
Os concertos em pátios de fábricas fazem parte da origem e da identidade do grupo. Ao mesmo tempo, a presença em espaços culturais e grandes salas demonstra a capacidade de adaptação da Orquestra a diferentes contextos.
Essa versatilidade não se limita aos locais das apresentações. Ela também está presente no repertório, que percorre estilos variados e aproxima a música orquestral de públicos com diferentes referências culturais.
A longevidade da Orquestra SESIMINAS está associada a uma atuação que combina excelência artística, compromisso educativo e proximidade com os espectadores.
Mais do que apresentar concertos, o grupo construiu uma trajetória dedicada a tornar a música acessível. Essa característica permanece presente em projetos gratuitos, como o Música no Museu.
Formação de novos públicos
A formação de público é uma das marcas da Orquestra SESIMINAS. Ao longo de quase quatro décadas, o grupo levou apresentações a espaços nos quais muitas pessoas tiveram o primeiro contato com uma orquestra.
Essa experiência inicial pode ser decisiva. Assistir a um concerto ao vivo permite compreender aspectos que dificilmente são percebidos apenas por gravações, como a presença física do som, a interação entre os músicos e as transformações de intensidade dentro de uma obra.
Nos projetos de acesso gratuito, a ausência de cobrança de ingresso reduz uma barreira importante. O público pode conhecer a programação, experimentar novos repertórios e descobrir diferentes formas de criação musical.
O concerto em parceria com o Festival Plurisons amplia esse trabalho ao concentrar a atenção na música contemporânea. Trata-se de um repertório que nem sempre ocupa os programas mais populares, mas que representa uma parcela dinâmica e inventiva da produção cultural.
Ao apresentar obras atuais em um ambiente acessível, a Orquestra ajuda a desfazer a ideia de que a música de concerto pertence apenas ao passado. Compositores continuam criando, pesquisando e desenvolvendo novas linguagens.
Essa percepção é particularmente relevante para estudantes e jovens músicos. Ao acompanhar a estreia de obras compostas por participantes do festival, eles podem reconhecer a composição como uma atividade viva, possível e conectada ao presente.
A programação também permite que ouvintes habituados ao repertório tradicional descubram outras estéticas. A escuta pode causar surpresa, estranhamento, curiosidade ou identificação. Todas essas reações fazem parte da experiência artística.
Versatilidade artística
A trajetória da Orquestra SESIMINAS é marcada pela capacidade de transitar por diferentes repertórios. O grupo já dividiu o palco com grandes nomes da música brasileira e internacional, participando de projetos que aproximaram o universo orquestral de diversas expressões musicais.
Essa flexibilidade é resultado da formação de câmara e da experiência acumulada ao longo de mais de 1.200 concertos. Cada programa exige uma abordagem específica, seja em obras consagradas, propostas populares, projetos educativos ou composições contemporâneas.
No Festival Plurisons, a versatilidade será direcionada à música atual. Os músicos trabalharão com partituras inéditas e obras que exploram diferentes recursos instrumentais.
Para a Orquestra, interpretar uma estreia mundial significa participar diretamente do nascimento público de uma composição. Não existe uma tradição interpretativa consolidada nem uma série de gravações anteriores que indiquem caminhos.
O processo depende da leitura da partitura, do diálogo com o compositor e das decisões construídas durante os ensaios. Essa condição torna cada estreia um acontecimento único.
A interpretação realizada em Belo Horizonte será a primeira referência pública dessas obras. Futuras apresentações poderão seguir outros caminhos, mas o concerto no SESI Museu de Artes e Ofícios marcará o início de sua circulação.
Um grupo de referência
A Orquestra SESIMINAS é reconhecida como o mais tradicional grupo orquestral de câmara de Minas Gerais e um dos mais importantes do país.
Esse reconhecimento foi construído por meio de uma trajetória consistente, que combina qualidade musical, presença em diferentes regiões e compromisso com iniciativas educativas.
O formato de câmara possui características próprias. Em comparação com grandes orquestras sinfônicas, os conjuntos de câmara trabalham com número reduzido de integrantes, o que favorece uma comunicação direta entre os músicos.
Cada instrumento ganha evidência. As entradas, os diálogos e os contrastes se tornam mais perceptíveis, exigindo precisão individual e forte integração coletiva.
No concerto Música no Museu, essas características contribuirão para destacar os detalhes das obras contemporâneas. Texturas, mudanças de timbre e combinações instrumentais poderão ser percebidas com clareza pelo público.
A proximidade física proporcionada pelo espaço também reforça essa experiência. A plateia acompanhará a execução em um ambiente intimista, no qual pequenas nuances ganham importância.
Educação e excelência
O compromisso educativo da Orquestra SESIMINAS não está separado de sua busca por excelência artística. Os dois aspectos se complementam.
Uma apresentação capaz de formar público precisa oferecer qualidade, cuidado e repertório bem trabalhado. Ao mesmo tempo, a excelência se torna mais significativa quando alcança pessoas diversas e circula por diferentes espaços.
Essa combinação está presente na história do grupo. Concertos em escolas, hospitais, fábricas, praças e salas especializadas mostram uma atuação que não restringe a música a um único ambiente.
No Música no Museu, o caráter educativo aparece de forma natural. O público terá contato com novas composições, conhecerá parte do trabalho realizado pelo Festival Plurisons e poderá observar diferentes possibilidades de escrita musical.
Não se trata de uma aula formal. A aprendizagem ocorre pela experiência, pela escuta e pela curiosidade despertada durante a apresentação.
Cada espectador poderá construir sua própria relação com as obras. Alguns estarão atentos à sonoridade dos instrumentos. Outros poderão se interessar pela criação dos compositores, pela condução do maestro ou pela atmosfera do museu.
Essa liberdade de percepção é uma das forças da música instrumental. Sem depender necessariamente de palavras ou narrativas explícitas, ela abre espaço para interpretações individuais.
Um encontro de gerações
A programação reúne artistas em diferentes momentos de suas trajetórias. Os alunos mais experientes do Festival Plurisons terão obras apresentadas ao lado da composição de um professor convidado.
A Orquestra SESIMINAS, por sua vez, coloca sua experiência acumulada a serviço dessas criações. O resultado é um encontro entre formação, maturidade artística e prática profissional.
Essa convivência entre gerações ajuda a fortalecer o ambiente musical. Compositores em desenvolvimento têm a oportunidade de ouvir suas obras executadas por um grupo consolidado, enquanto músicos experientes entram em contato com novas propostas de escrita.
O público participa desse processo ao testemunhar as estreias. A presença dos espectadores transforma o trabalho realizado em ensaios e atividades formativas em um acontecimento cultural compartilhado.
A música contemporânea depende desses espaços de encontro. Para continuar circulando, novas obras precisam ser compostas, interpretadas, ouvidas e debatidas.
Festivais, orquestras, museus, patrocinadores e plateias exercem funções complementares nessa rede. Quando esses agentes trabalham em parceria, ampliam-se as condições para que a criação musical alcance novos públicos.
Escuta sem barreiras
Embora o termo “música contemporânea” possa sugerir um repertório complexo, a experiência de escuta não precisa seguir regras rígidas.
Não é necessário reconhecer técnicas, estruturas ou referências para participar do concerto. O público pode simplesmente acompanhar os sons, perceber contrastes e observar as sensações provocadas por cada obra.
Algumas peças podem apresentar ritmos marcantes. Outras talvez valorizem atmosferas, pausas ou transformações graduais. A diversidade faz parte da proposta.
A escuta aberta permite que cada pessoa encontre seus próprios pontos de interesse. Uma passagem delicada pode chamar a atenção de um ouvinte, enquanto outro se identifica com momentos de maior intensidade.
O concerto gratuito cria condições favoráveis para essa descoberta. Quem ainda não conhece a Orquestra SESIMINAS ou o Festival Plurisons poderá participar sem compromisso prévio.
A classificação livre também amplia as possibilidades de presença. Crianças e adolescentes podem ser apresentados a um universo sonoro diferente, enquanto adultos e idosos encontram uma opção cultural gratuita no Centro de Belo Horizonte.
Música e patrimônio
O encontro entre música e patrimônio é outro elemento importante da apresentação.
O SESI Museu de Artes e Ofícios preserva objetos e conhecimentos relacionados à história do trabalho. Seu acervo destaca ferramentas, técnicas e atividades que ajudaram a formar a sociedade brasileira.
A música também é resultado de um ofício. Compositores, instrumentistas e regentes desenvolvem habilidades específicas, acumulam conhecimentos e transformam ideias em experiências sonoras.
Nesse sentido, o concerto dialoga diretamente com a vocação do espaço. A criação artística depende de estudo, prática, atenção e domínio técnico, assim como os ofícios representados no museu.
As duas estreias mundiais tornam essa relação ainda mais evidente. Obras recentes, criadas no contexto do festival, passam pelo trabalho dos intérpretes antes de chegar ao público.
Cada partitura funciona como um projeto. Os músicos analisam indicações, testam possibilidades e constroem coletivamente a execução.
A apresentação final é o resultado visível — e audível — desse processo. Durante uma hora, o público acompanhará um trabalho artístico desenvolvido por muitas mãos.
Incentivo à cultura
O projeto Música no Museu é viabilizado por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, com patrocínio da CEMIG.
O apoio permite a realização de uma programação gratuita, contribuindo para ampliar o acesso da população a atividades artísticas de qualidade.
Projetos culturais patrocinados por mecanismos de incentivo desempenham papel relevante na manutenção de concertos, festivais, exposições e ações formativas.
No caso do Música no Museu, o investimento se transforma em uma apresentação aberta ao público, realizada em um equipamento cultural localizado no Centro de Belo Horizonte.
A iniciativa também gera oportunidades para músicos, compositores, regentes e profissionais envolvidos na produção. Ao mesmo tempo, movimenta a agenda cultural e fortalece a relação entre instituições, artistas e sociedade.
A gratuidade não reduz o valor artístico do concerto. Pelo contrário. Ela permite que um trabalho profissional alcance pessoas que talvez não frequentassem uma apresentação paga.
Essa dimensão pública reforça a missão histórica da Orquestra SESIMINAS de levar música de qualidade a diferentes públicos e espaços.
Agenda cultural de julho
O concerto do dia 23 de julho surge como uma opção relevante para quem procura programação cultural gratuita em Belo Horizonte.
Marcada para uma quinta-feira, às 19h30, a apresentação pode atrair tanto moradores da região central quanto pessoas que trabalham, estudam ou circulam pela área.
A localização na Praça da Estação facilita a inclusão do evento na rotina de quem deseja acompanhar atividades culturais após o expediente.
A duração prevista de uma hora também favorece a participação. O formato é suficientemente amplo para apresentar um repertório consistente, sem transformar a experiência em um compromisso excessivamente longo.
Como o acesso será por ordem de chegada e o espaço possui cerca de 120 lugares, a antecedência será essencial.
A liberação do público está prevista para começar aproximadamente 40 minutos antes do concerto. Quem deseja garantir um lugar deve considerar esse horário no planejamento.
Experiência para o público
O Música no Museu oferece uma combinação pouco comum: repertório contemporâneo, estreias mundiais, entrada gratuita, formação de câmara e apresentação dentro de um museu.
Cada um desses elementos já seria capaz de despertar interesse. Reunidos, eles formam uma programação diferenciada.
Para quem acompanha a Orquestra SESIMINAS, o concerto representa a oportunidade de conhecer mais uma vertente do trabalho desenvolvido pelo grupo.
Para os participantes do Festival Plurisons, será o momento de compartilhar resultados, ideias e processos criativos com uma plateia ampla.
Para o público geral, a noite oferece uma experiência cultural acessível e uma aproximação com obras que ainda não possuem histórico de apresentações.
A estreia de uma composição é irrepetível. Mesmo que a obra seja executada novamente, aquela primeira apresentação permanecerá como um marco.
Estar presente significa acompanhar não apenas um concerto, mas o início da trajetória pública de novas criações musicais.
Ficha técnica:
- Regência titular e direção artística: Felipe Magalhães
- Violinos primeiros: Elias Barros (Spalla), Ravel Lanza, Rafael Marzagão, Henrique Rocha,
Vitor Dutra e Hozana Barros. - Violinos segundos: Gláucia Borges (chefe de naipe), Thiago Barros, Fellip Matheus, Filipi Sousa e Olga Buza.
- Violas: Cleusa Nébias (chefe de naipe), Joice Coutinho, Gláucia Barros e Alex Evangelista.
- Violoncelos: João Cândido (chefe de naipe), Firmino Cavazza e Antônio Viola.
- Contrabaixos: Thiago Santos (chefe de naipe) e Luis Fernando Moreira.
- Analista técnico: Jussan Fernandes
- Arquivista e montador: Jussan Meireles
Serviço: Música no Museu no Festival Plurisons
Data: 23 de julho de 2026
Horário: 19h30
Local: SESI Museu de Artes e Ofícios
Endereço: Praça Rui Barbosa, 600, Centro, Belo Horizonte — Praça da Estação
Ingressos: entrada gratuita, sem retirada prévia, por ordem de chegada
Abertura para o público: aproximadamente 40 minutos antes da apresentação
Capacidade: cerca de 120 lugares
Classificação: livre
Duração: 1 hora
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