ALMG terá mudanças após eleições municipais de 2024

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Configuração da ALMG vai mudar com resultado das eleições. Foto: Guilherme Bergamini/Almg.

A Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) passará por uma reconfiguração a partir de janeiro de 2025, com a ascensão de suplentes para preencher as vagas deixadas pelos deputados eleitos para os cargos executivos.

Os deputados estaduais Coronel Sandro (PL), Douglas Melo (PSD) e Fábio Avelar (Avante) foram eleitos prefeitos de Governador Valadares, Sete Lagoas e Nova Serrana, respectivamente, no primeiro turno das eleições municipais de 2024.

  • Douglas Melo venceu em Sete Lagoas com 43,23% dos votos. Como o primeiro suplente do PSD, Makoto Sekita, foi eleito prefeito de São Gotardo, o segundo suplente, Adalclever Lopes, que já foi presidente da ALMG, pode retornar à Assembleia.
  • Fábio Avelar conquistou a prefeitura de Nova Serrana com 60,85% dos votos. A advogada Carol Caram, primeira suplente do Avante, é a provável nova deputada estadual.
  • Coronel Sandro foi eleito em Governador Valadares com 52,95% dos votos. A advogada Amanda Teixeira Dias, primeira suplente do partido, será efetivada como deputada. Ela já estava ocupando a vaga de Alê Portela, atualmente licenciada para o cargo de secretária de Estado de Desenvolvimento Social. O segundo suplente, Lincoln Drumond, atualmente vereador em Coronel Fabriciano, pode assumir a cadeira na Assembleia se Portela não retornar.

Já em Belo Horizonte, o deputado Bruno Engler (PL) avançou para o segundo turno com 34,38% dos votos e enfrentará o atual prefeito, Fuad Noman (PSD), que obteve 26,54%.

Caso Engler vença, a terceira suplente do Partido Liberal, Carol Figueiredo, eleita vereadora em Montes Claros, poderá ocupar uma vaga na ALMG. A quarta suplente, Coronel Cláudia, é sua candidata a vice, e o quinto suplente é o ex-deputado Bartô.

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Em Uberlândia, Leonídio Bouças (PSDB) obteve 22,78% dos votos, terminando em terceiro lugar na corrida eleitoral.

Essas mudanças no cenário político mineiro reforçam a dinâmica entre as esferas municipal e estadual, com a possibilidade de novas lideranças emergirem na Assembleia Legislativa em 2025.

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