Turismo náutico em pauta na ALMG

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Prefeitos também destacaram impactos negativos causados pela oscilação no nível do lago. Foto: Guilherme Bergamini/Almg.

Prefeitos cobram investimentos e nível mínimo no Lago de Furnas

Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) debateu, ontem, quinta-feira,  a necessidade de ampliar investimentos no turismo náutico e no desenvolvimento econômico dos municípios localizados na bacia do Rio Grande.

A região abrange importantes destinos como o Lago de Furnas, a Represa de Peixoto e a Serra da Canastra, e tem registrado crescimento no fluxo de visitantes.

A audiência pública, realizada pela Comissão de Desenvolvimento Econômico, reuniu prefeitos, representantes de entidades e membros do governo estadual. Entre as principais demandas apresentadas está a melhoria da infraestrutura turística, incluindo rede hoteleira, serviços e acessos viários, considerados insuficientes diante do aumento da procura.

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Outro ponto central do debate foi a defesa da manutenção do nível mínimo do Lago de Furnas em 762 metros, reivindicação de gestores e movimentos locais. A medida é apontada como essencial para garantir o uso múltiplo da água, favorecendo atividades como turismo, abastecimento, pesca e agricultura, além de assegurar a previsibilidade necessária para novos investimentos na região.

Prefeitos também destacaram impactos negativos causados pela oscilação no nível do lago, especialmente em períodos de estiagem, além de problemas estruturais como estradas precárias e instabilidade no fornecimento de energia elétrica, fatores que dificultam a atração de turistas e o crescimento econômico.

Representantes do governo estadual apresentaram projetos em andamento, incluindo parcerias público-privadas para a concessão de balsas que operam no Lago de Furnas e a construção da ponte entre Delfinópolis e Cássia.

As iniciativas visam melhorar a mobilidade, reduzir custos para os municípios e fortalecer a infraestrutura regional.

A audiência reforçou o potencial turístico da região e a necessidade de ações integradas para consolidar o desenvolvimento sustentável, com geração de emprego, renda e valorização dos atrativos naturais e culturais do Sul e Centro-Oeste mineiro.

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