Nem tudo é o que se vê

Nem tudo é o que se vê
Bruno Haddad/Cruzeiro

Olá, nação azul!

Em apenas três dias o Cruzeiro ganhou um jogo, perdeu outro e no final empatou ambos. Da ducha de água fria contra o (Operário, com o gol de Marcelo Moreno anulado após a marcação de um toque de mão altamente questionável de Marco Antônio, ao fim de jogo contra o Vasco em que o empate pegou todo mundo de surpresa após a Rede Globo perder a anulação do segundo gol dos cruzmaltinos.

Se o primeiro causou insônia e o segundo euforia, o fato é que as chances de acesso da equipe treinada por Vanderlei Luxemburgo são cada vez mais remotas. Com os dois empates, chegamos a 31 pontos e incríveis 13 resultados iguais em 25 jogos disputados, algo inadmissível para quem almeja o acesso.

É inegável que sob o comando do “pofexô” houve uma sonora evolução, mas algumas escolhas ainda são altamente quistionáveis. Eduardo Brock a cada jogo se mostra um péssimo zagueiro e segue intocável. O mesmo vale para Ramón, apesar do gol “salvador” de ontem, e Rômulo.

Para subir ainda são necessárias as mesmas dez vitórias, só que agora em 13 jogos, ou seja, improvável, mas não impossível.

As opiniões contidas nesta coluna não refletem necessariamente a opinião do portal Balcão News.

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