Rayssa Leal vence prêmio de espírito olímpico da Olimpíada de Tóquio

Agora, Fadinha fará doação de R$ 262 mil a instituição social Como prêmio, a Fadinha pôde escolher uma instituição social para receber uma doação de US$ 50 mil (cerca de R$ 262 mil). A jovem de 13 anos, medalhista de prata do skate street feminino em Tóquio, selecionou a ONG Social Skate, da cidade de Poá (SP), que visa a inclusão social por meio da modalidade e atende em torno de 150 crianças e adolescentes. Durante a competição do skate street, Rayssa chamou atenção por vibrar a cada manobra das adversárias e abraçar efusivamente a japonesa Nishiya Momiji, que ficou com o ouro na disputa com a própria brasileira. Entre as eliminatórias e as finais, a brasileira também roubou a cena ao gravar uma dancinha com a filipina Margielyn Didal, que ficou em sétimo lugar. Além de Rayssa, o Brasil foi ao pódio outras duas vezes no skate em Tóquio. Kelvin Hoefler foi o segundo colocado no street masculino, enquanto Pedro Barros também levou a prata, mas no park masculino.
Reuters

A skatista Rayssa Leal foi eleita, em votação on-line, a atleta que melhor representou os valores olímpicos, entre todas as modalidades, na Olimpíada de Tóquio (Japão). A votação organizada pelo Comitê Olímpico Internacional (COI), em parceria com um patrocinador, foi encerrada na última segunda-feira (9), um dia após o término dos Jogos.

Como prêmio, a Fadinha pôde escolher uma instituição social para receber uma doação de US$ 50 mil (cerca de R$ 262 mil). A jovem de 13 anos, medalhista de prata do skate street feminino em Tóquio, selecionou a ONG Social Skate, da cidade de Poá (SP), que visa a inclusão social por meio da modalidade e atende em torno de 150 crianças e adolescentes.

Durante a competição do skate street, Rayssa chamou atenção por vibrar a cada manobra das adversárias e abraçar efusivamente a japonesa Nishiya Momiji, que ficou com o ouro na disputa com a própria brasileira. Entre as eliminatórias e as finais, a brasileira também roubou a cena ao gravar uma dancinha com a filipina Margielyn Didal, que ficou em sétimo lugar.

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Além de Rayssa, o Brasil foi ao pódio outras duas vezes no skate em Tóquio. Kelvin Hoefler foi o segundo colocado no street masculino, enquanto Pedro Barros também levou a prata, mas no park masculino.

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