A mesma praça, o mesmo banco

A mesma praça, o mesmo banco
Gustavo Aleixo/Cruzeiro


Olá, nação azul!

Queria fazer uma viagem no tempo na coluna de hoje e voltar ao ano de 2020, onde o Cruzeiro disputaria pela primeira vez em sua centenária história a Série B do Campeonato Brasileiro de Futebol. Após a desastrosa campanha do time no Mineiro, o técnico Adilson Batista foi demitido e o escolhido para comandar a equipe na competição nacional foi Enderson Moreira.

Enderson não é um treinador de ponta no futebol brasileiro, mas alguém com muita experiência em Série B, inclusive foi campeão da competição em 2017 pelo América-MG. Mas por mais que a situação do time esteja calamitosa, treinar o Cruzeiro é totalmente diferente de treinar o América, tanto que o treinador não obteve êxito.
Para a sequência da competição, o momento pedia um treinador cascudo, mas o “sabichão” Sérgio Santos Rodrigues optou por um treinador que só ele queria: Ney Franco. Claro que não tinha como dar certo e Ney foi demitido deixando o time em 19° para que aí sim apostassem em alguém experiente, no caso, Luiz Felipe Scolari. O trienador gaúcho foi quem salvou o time da Série C.

Por fim, chegamos em 2021 e com a não continuidade do trabalho de Felipão, era de se esperar que o presidente e sua diretoria tivessem aprendido a lição não é mesmo? Pois bem, não aprenderam e anunciaram Felipe Conceição que havia sido escorraçado do Bragantino alguns meses antes.

Com a vexatória eliminação na Copa do Brasil para a modesta Juazeirense, Conceição caiu e quando o cruzeirense achava que as coisas não podiam ficar piores, a diretoria anuncia Mozart Santos, um aventureiro de dois times na carreira, sendo o último trabalho desastroso na Chapecoense.

Claro que não tinha como dar certo e devido às novas regras acerca de trocas de treinadores ficamos refém deste "estagiário" por no mínimo cinco rodadas. Agora, o filme de 2020 se repete e com o time novamente na vice-lanterna vão atrás de um salvador da pátria. Os nomes da vez são Vanderlei Luxemburgo e Dorival Júnior.

Mas porque não fizeram isso em janeiro? Talvez o resultado fosse diferente como alguém minimamente competente no comando. Mas o atual comando do Cruzeiro é tão incompetente que parece até que fazem de propósito. Como o cruzeirense vem sendo feito de bobo há quase dois anos, finalizo lembrando de um verso da canção bem conhecida de Ronnie Von: a mesma praça, o mesmo banco!

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